Crivella nomeia para Fundação Planetário alvo de operação de combate à violência de torcidas

  • Por Jovem Pan
  • 27/03/2018 07h24
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Antonio Cruz/ABr Antonio Cruz/ABr Na época, Anderson era vice-presidente de estádios do Botafogo e, na sala onde ele trabalhava, no Engenhão, foram encontrados dois facões. Ele foi detido e depois libertado

Mais uma polêmica na conta do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. Ele decidiu nomear para presidir a Fundação Planetário, Anderson de Carvalho Simões, que foi alvo de uma operação no fim do ano passado que investigava a ligação entre clubes de futebol e torcedores que cometiam crimes na cidade e no Estado do RJ.

Na época, Anderson era vice-presidente de estádios do Botafogo e, na sala onde ele trabalhava, no Engenhão, foram encontrados dois facões. Ele foi detido e depois libertado.

Na semana passada, ele já tinha feito uma nomeação polêmica, a do engenheiro Fábio Lessa Rigueira. Trata-se de um dos 14 réus do processo de homicídio culposo pela queda da ciclovia Tim Maia. Ele foi indicado para presidir uma empresa municipal, a RioUrb.

Nesta segunda-feira (26), Crivella defendeu a nomeação do engenheiro civil: “analisei a participação dele nesse caso, que foi raríssimo, infelicidade enorme. Ele não teve participação absolutamente nenhuma”.

*Informações do repórter Rodrigo Viga

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