Diminuição de recursos públicos faz Comitê Paraolímpico aumentar captação pela iniciativa privada

  • Por Jovem Pan
  • 31/07/2017 07h22 - Atualizado em 31/07/2017 11h10
ARA50 LONDRES (REINO UNIDO), 02/09/2012.- La atleta brasileña Terezinha Guilhermina (d) celebra, junto a su guía, Guilherme Soares de Santana, su victoria en la final de los 100 metros lisos femeninos T11 de los Juegos Paralímpicos de Londres 2012 en Londres, Reino Unido, hoy, miércoles 5 de septiembre de 2012. EFE/Kerim Okten EFE/Kerim Okten O esporte paraolímpico brasileiro continua apresentando resultados importantes mesmo depois dos Jogos do Rio de Janeiro.

Diminuição de recursos públicos faz Comitê Paraolímpico Brasileiro aumentar captação pela iniciativa privada. Uma das principais fontes de financiamento para as modalidades é a lei Agnelo/Piva.

Ela garante que 2% da arrecadação das loterias da Caixa Econômica Federal sejam investidos no esporte. A própria Caixa também investe diretamente e renovou o patrocínio com o Comitê Paraolímpico Brasileiro por quatro anos.

Apesar disso, o presidente da entidade reconheceu que o panorama é mais difícil agora do que no ano passado, quando tivemos os jogos no Rio de Janeiro.

Mizael Conrado busca alternativas na iniciativa privada para manter o nível de recursos: “nós temos a própria questão das loterias, que houve aumento de percentual e agora está vindo redução de valor. A gente tem buscado outras alternativas, a iniciativa privada”.

O esporte paraolímpico brasileiro continua apresentando resultados importantes mesmo depois dos Jogos do Rio de Janeiro.

No Mundial de Atletismo Paraolímpico realizado neste mês, o Brasil conquistou 21 medalhas ficando em nono lugar no quadro geral da competição.

*Informações do repórter Tiago Muniz