A confissão foi feita pela empresa responsável pelo mapeamento do solo, a Caulim Consultoria e Projetos Geológicos. Em nota à imprensa e à Prefeitura da cidade, a empresa revelou que o estudo não pode prever o rompimento do bloco rochoso, já que ele estava oculto pela intensa vegetação e cobertura do solo.
A tragédia ocorreu na madrugada do último sábado e o deslizamento causou mortes e estragos de residências.
A Prefeitura pode ser responsabilizada por essa nova tragédia, já que alertas já tinham sido feitos anteriormente pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.
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