O crime ocorreu em março do ano passado e, por ora, apenas o miliciano Orlando de Curicica foi detido. A Polícia diz que ele é peça-chave, mas há correntes que defendem que se trata de uma testemunha plantada.
O novo chefe do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa afirmou que a equipe quer esclarecer o caso, mas que não há prazo para a conclusão do inquérito.
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