Grupo assume suposto ataque ao presidente venezuelano Nicolás Maduro

  • Por Jovem Pan
  • 06/08/2018 06h52 - Atualizado em 06/08/2018 09h47
ReproduçãoEm mensagem publicada nas redes sociais, o grupo informou que os drones foram derrubados por seguranças do presidente antes de chegarem perto dele

O grupo Soldados de Franelas assumiu a autoria do suposto ataque contra o presidente da Venezuela Nicolás Maduro, ocorrido no sábado (04), em uma cerimônia militar.

Em mensagem publicada nas redes sociais, o grupo informou que os drones foram derrubados por seguranças do presidente antes de chegarem perto dele. A ideia da organização era levar dois drones com explosivo C4 ao palanque presidencial e mesmo com a derrubada, conseguiram provar que a guarda de Maduro é vulnerável.

Horas depois do incidente, o presidente voltou a falar sobre o caso e disse que tentaram assassiná-lo. “E eu estava dizendo para não baixar a guarda e no mesmo momento explodiu na minha frente um artefato voador, uma grande explosão, companheiro. E se trata de um atentado para me matar. Tentaram me assassinar no dia de hoje”.

O líder venezuelano acusa os Estados Unidos, a Colômbia e grupos de ultradireita por armarem o ataque.

Neste domingo (05), seis pessoas foram detidas acusadas de estarem ligadas ao ato. Um deles tinha um mandado de prisão pendente por um ataque em uma base militar no ano passado e já havia sido preso em 2014 por participar de protestos de rua contra o governo.

*Informações do repórter Fernando Martins