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Israel confirma fim de operação em hospital de Gaza

Exército israelense justificou a ação alegando que o local servia como um centro de comando do Hamas, acusação que o grupo islâmico nega; OMS confirmou que espaço segue fora de serviço, o que representa um impacto significativo para a infraestrutura de saúde da região já debilitada

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Faixa de Gaza
Israel ataca más de 120 "objetivos" en Gaza y Líbano, y mata a dos comandantes de Hizbulá EFE/ Exército de Israel

No último sábado (28), Israel anunciou o encerramento de uma operação militar no Hospital Kamal Adwan, localizado em Beit Lahia, na Faixa de Gaza. Este hospital era o último grande centro médico em funcionamento no norte da região, que tem sido um ponto focal do conflito contínuo entre Israel e o grupo Hamas. O exército israelense justificou a operação alegando que o hospital servia como um centro de comando do Hamas, uma acusação que o grupo islâmico nega veementemente. A Organização Mundial da Saúde confirmou que o hospital agora está vazio e fora de serviço, o que representa um golpe significativo para a infraestrutura de saúde da região.

Durante a operação, o exército prendeu o diretor do hospital, Rossan Abu Safia, e deteve dezenas de membros da equipe médica, conforme relatado pelo Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, que é governada pelo Hamas. Este desenvolvimento gerou preocupações sobre o impacto humanitário da operação e a segurança dos profissionais de saúde na região. A situação já precária da saúde em Gaza foi ainda mais agravada, aumentando a pressão sobre as organizações internacionais para fornecer assistência.

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Enquanto isso, em Tel Aviv, a tensão política interna se intensificou com centenas de manifestantes se reunindo para protestar contra o governo de Benjamin Netanyahu. Os manifestantes exigem um cessar-fogo imediato em Gaza e um acordo para a liberação de reféns. Entre os manifestantes estava Shahar Mor Zahiro, sobrinho de refém assassinado pelo Hamas. Zahiro expressou o desejo de que o futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entenda que a maioria dos israelenses quer o fim da guerra e a libertação dos reféns. Ele também acusou Netanyahu de tentar enganar Trump, enquanto as famílias dos reféns questionam a sinceridade dos esforços de negociação do governo israelense. Críticos de Netanyahu o acusam de adiar as negociações de trégua, prolongando o conflito para satisfazer seus parceiros de coalizão de extrema direita.

*Com informações de Vinícius Galdino 

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

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