Maioria da população universitária no Brasil é composta por mulheres

  • Por Jovem Pan
  • 29/11/2017 06h46
Cecília Bastos/Jornal da USPA conclusão é de uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva em parceria com a rede de relacionamentos com estudantes Brodda, divulgada nessa semana

57% da população universitária no Brasil é composta de mulheres. Elas, assim como os outros 43% do público masculino, estão em maior número na região Sudeste, seguido em segundo lugar pelo Nordeste, depois Sul, Centro Oeste e Norte.

A conclusão é de uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva em parceria com a rede de relacionamentos com estudantes Brodda, divulgada nessa semana.

Além da maior parte ser de mulheres, outra conclusão é que a maioria também é formada por pessoas solteiras, heterossexuais e não negras.

Esse levantamento foi feito com o objetivo de se descobrir quem são os estudantes que estão nas faculdades, o que eles pensam do mundo atual e o que eles consomem, como explicou o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles: “é entender de uma forma mais clara e constante o pensamento dessa parcela da população. Entender o pensamento destes universitários é entender os rumos que o País vai tomar”.

49% deles admitiram ser consumistas. Mas na contramão desse dado, a maioria dos estudantes que responderam à pesquisa, disse que tem preferência por gastar com serviços e cursos que possam prepara-los melhor para o mercado de trabalho, ao invés de comprar bens físicos, como celulares e computadores, por exemplo.

41% das pessoas que participaram dessa entrevista têm entre 20 e 24 anos de idade. E esse pessoal todo anda, ou pelo menos disse andar, bastante preocupado com o futuro.

84% não têm lastro nenhum com qualquer figura política e 9 em cada 10 acreditam que o Brasil ainda está longe de sair da crise econômica.

Talvez seja esse o motivo de a maioria dos jovens responder que os principais programas de lazer fora de casa nos últimos tempos têm sido ir à casa de um amigo ou ir em parques e, – de vez em quando, – ir no cinema.

“Mais” da metade está na chamada classe C e “menos” da metade trabalha com carteira assinada

Essa pesquisa foi feita com 4.630 estudantes de todo o País.

*Informações do repórter Caio Rocha