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Ministério Público de São Paulo recorre da decisão que libertou Cristian Cravinhos

O Ministério Público de São Paulo entrou com um recurso na Justiça contra a decisão que concedeu liberdade a Cristian Cravinhos, um dos condenados pelo assassinato do casal Manfred e Marísia von Richthofen em 2002. Cravinhos, que estava cumprindo uma pena de 38 anos, foi liberado na última quarta-feira do Presídio de Tremembé para o […]

Felipe Cerqueira

Cristian Cravinhos durante sua última saidinha, no Natal de 2024
Snapinst.app_471301855_880537367489408_2505518234026239551_n_1080 Reprodução/Instagram/@cristianc.depaulae

O Ministério Público de São Paulo entrou com um recurso na Justiça contra a decisão que concedeu liberdade a Cristian Cravinhos, um dos condenados pelo assassinato do casal Manfred e Marísia von Richthofen em 2002. Cravinhos, que estava cumprindo uma pena de 38 anos, foi liberado na última quarta-feira do Presídio de Tremembé para o regime aberto. A decisão de soltura gerou indignação, especialmente devido ao histórico de Cravinhos, que já havia violado as condições de progressão de pena em 2018, quando foi flagrado fora do horário permitido e tentou subornar policiais.

O MP argumenta que Cravinhos deve retornar ao regime fechado, destacando a gravidade dos crimes cometidos e o fato de que sua pena se estende até 2041. A promotoria enfatiza que a reincidência em delitos durante a progressão de pena justifica a revisão da decisão judicial que o liberou. O caso, que chocou o país em 2002, envolveu a participação da filha do casal, Suzane von Richthofen, e do irmão de Cristian, Daniel Cravinhos.

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Por outro lado, a defesa de Cristian Cravinhos alega que ele cumpre todos os requisitos legais para a progressão de regime e que possui uma proposta de emprego, o que justificaria sua liberação. A defesa argumenta que o detento tem demonstrado bom comportamento e que a proposta de emprego é um passo importante para sua reintegração à sociedade.  A expectativa agora recai sobre a decisão da Justiça em resposta ao recurso do Ministério Público.

*Com informações de Marcelo Mattos