Ministro do STJ nega pedido de absolvição para réu pela morte de Marielle

Assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes completou quatro anos na última segunda sem que a polícia tenha respondido quem foi o mandante do crime e qual a motivação

  • Por Jovem Pan
  • 15/03/2022 13h25
Imagem: Reprodução/Instagram: @marielle_franco Marielle Franco Após quatro anos do assassinato da vereadora Marielle Franco, investigações policiais ainda não apontaram quem foi o mandante do crime e qual a motivação

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão de levar a júri popular o policial militar reformado Ronnie Lessa, 0 acusado de matar a vereadora Marielle Franco. O ministro Rogério Cruz negou um agravo impetrado pela defesa do PM reformado. Os advogados de Lessa queriam a absolvição sumária dele ou que ele não fosse levado ao Tribunal do Júri no Rio de Janeiro por envolvimento direto no assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes há quatro anos, no dia 4 de março de 2018.

De acordo com o ministro do STJ, a sentença mantida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro apresentou razões concretas reais, tanto para negar a absolvição sumária de Ronnie Lessa quanto submetê-lo ao tribunal do júri com um júri popular. Nesta segunda-feira, 14, aconteceram vários protestos, um deles inclusive com um show no Circo Voador, além de uma missa que foi celebrada na simbólica igreja da Candelária, na região central da capital fluminense. Até hoje, a polícia do Rio de Janeiro não conseguiu responder algumas perguntas importantes: Quem mandou matar Marielle Franco? E qual a motivação para o crime?

*Com informações do repórter Rodrigo Viga