O que Doria fez não se faz com o eleitor, critica Rogério Chequer

  • Por Jovem Pan
  • 31/07/2018 10h42 - Atualizado em 31/07/2018 15h28
Derek Flores/Jovem PanPré-candidato ao governo de São Paulo pelo partido Novo, Rogério Chequer, afirma que Doria e Skaf mantêm relações próximas com Temer

Durante sabatina do Jornal da Manhã, o pré-candidato ao governo de São Paulo pelo partido Novo, Rogério Chequer, não poupou críticas a um dos adversários diretos na corrida ao Palácio dos Bandeirantes. O fundador do Movimento Vem pra Rua também rebateu a declaração do atual secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Filipe Sabará, que o chamou de oportunista por criticar o ex-prefeito, João Doria (PSDB).

“O Filipe é um filiado ao Novo e cada um é livre para expressar o que quer. Doria está com uma rejeição de 48%. O que ele fez não se faz com o eleitor”, disparou Chequer.

O candidato relembrou o fato de o tucano ter “abandonado” a cidade de São Paulo para se lançar ao governo sem ter concluído seu primeiro mandato. “Prometer ficar quatro anos no governo, sair depois de um ano e pouco e nesse ano ficar viajando com outros interesses, o povo não cai mais nessas armadilhas. Não posso ficar quieto diante de um absurdo desses. O Filipe que me desculpe”, enfatizou Chequer.

Já sobre um eventual apoio no segundo turno, o fundador do Vem Pra Rua rechaçou uma aliança com João Doria ou Paulo Skaf (PSB), que lideram as pesquisas de intenção de voto no estado. “No nosso cenário nós estaremos no segundo turno. Mas tenho problemas com as candidaturas dos dois, que estão aliados com o governo Temer e com o MDB”, declarou.

Segundo Chequer, embora o presidente da República tenha declarado publicamente sua predileção ao presidente licenciado da Fiesp, ele também tem mantido relações próximas com o tucano. “Basta dar uma busca na internet com Doria-Temer. Veja as notícias de como o Doria está fazendo todo o seu planejamento de campanha com o próprio Temer e com o Aécio. É muito interessante”, reafirmou.

Confira a entrevista completa com Rogério Chequer, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo partido Novo: