‘O ‘Tá no ar’ é uma conquista dentro da Globo’, diz Carol Portes

  • Por Jovem Pan
  • 11/03/2019 11h53
Johnny Drum/Jovem PanCarol Portes e Natália Lage foram as convidadas do Morning Show desta segunda

As atrizes Natália Lage e Carol Portes estiveram no Morning Show desta segunda-feira (11) para falar sobre seus papeis no novo filme estrelado por Leandro Hassum, “Chorar de Rir”. O longa estreia no próximo dia 21.

Carol integra o elenco do “Tá no Ar“, programa criado por Marcelo Adnet e Marcius Melhem, atualmente exibindo a sua última temporada na TV Globo.

Questionada sobre a importância das críticas que o humorístico sempre fez, ela afirma que sempre foram bem-vindas.

“Mas acredito que precisa de espaço pra isso, você não pode botar isso [as críticas] o tempo inteiro em todas as mídias. O ‘Tá no Ar’ é uma conquista do Marcius e do Adnet dentro da Globo, no sentido de vamos mexer nessa ‘feridinha'”, disse.

Sobre o fim do programa, Carol revelou que só ficou sabendo após voltar da licença maternidade. “Eu não estava lá [quando foi decidido], fiquei arrasada. Engravidei, voltei e o programa acabou. Mas com certeza o Marcius e o Adnet não ficarão parados”.

No filme com Hassum, Natália interpreta a irmã do protagonista, enquanto Carol faz um papel duplo como as gêmeas Ruth e Raquel, jornalistas de um programa de fofocas.

Na trama, Hassum vive o dilema do comediante Nilo Perequê, que está entre continuar como humorista ou tentar algo mais sério se arriscando em dramas.

Para as atrizes, a linha entre comédia e demais gêneros é bem tênue. “A comédia está muito perto do drama, em algum lugar eles estão próximos. Minha vontade como atriz é tentar o transitar nisso o máximo possível, é isso que eu acho graça na profissão”, explicou Natália.

Sobre o papel do humor como instrumento de reflexão, elas concordam que nem sempre precisa ser assim. “Tem [reflexão na comédia], mas não precisa ter. Acho que o humor pode ser único e exclusivamente entretenimento. É muito legal quando focamos nisso, mas o humor pode ser esse nada, deixa eu dar risada e ponto”, diz Carol.

Natália é da mesma opinião e reforça que o humor é sempre reflexivo. “Mesmo quando não é político, não é engajado, faz refletir. Você está falando do erro, está mostrando pro ser humano ‘a gente é tudo palhaço, todo mundo erra'”.