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STF mantém prisão de acusados pelo assassinato de Marielle Franco

Decisão do ministro Alexandre de Moraes destaca a alta periculosidade de Ronald Alves e Robson Calixto, justificando a necessidade de mantê-los presos para garantir a segurança das investigações

Luisa Cardoso

Marielle Franco
Marielle Franco Mário Vasconcellos/Câmara do Rio

O Supremo Tribunal Federal (STF) mantém a prisão de dois suspeitos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018 no Rio de Janeiro. A decisão foi proferida pelo ministro Alexandre de Moraes, que negou o pedido de liberdade para o policial militar major Ronald Alves e o ex-PM Robson Calixto. Ambos são acusados de participação no planejamento e execução do crime. De acordo com as investigações, um dos suspeitos teria fornecido a arma utilizada no assassinato, enquanto o outro monitorava os passos de Marielle Franco, facilitando a emboscada que resultou em sua morte.

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A decisão do ministro Alexandre de Moraes destaca a alta periculosidade dos acusados, justificando a necessidade de mantê-los presos para garantir a segurança das investigações e de possíveis testemunhas. Além disso, a decisão não envolve os principais acusados, como Ronnie Lessa, que já foi condenado a 90 anos de prisão por outro crime, e Élcio Queiroz, condenado a quase 60 anos de reclusão. O único benefício concedido pelo ministro foi ao ex-deputado Chiquinho Brazão, que, alegando problemas de saúde, cumpre prisão domiciliar após perder o mandato por quebra de decoro parlamentar.

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