Trump tem atrito com governadores; EUA vivem oitava noite de protestos
Nos Estados Unidos (EUA), os protestos em Nova York são o novo motivo para troca de críticas entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e autoridades locais. No centro da discórdia estão os atos de vandalismo e os tumultos que aconteceram durante as manifestações contra o racismo e pela morte de George Floyd.
Na terça-feira (2), Trump publicou no Twitter que deveria Nova York acionar a Guarda Nacional e agir rapidamente. Em resposta, o prefeito da cidade, Bill de Blasio, disse que a presença da guarda não é necessária. Ele afirmou que as forças armadas não são treinadas para lidar com a população dessa forma e afirmou que a presença da Guarda Nacional poderia levar a cenários perigosos.
O governador de Nova York, Andrew Cuomo, disse que a polícia da cidade não fez o trabalho da forma como deveria durante as manifestações da terça-feira (2). A polícia nos EUA é de responsabilidade municipal.
Ainda na terça-feira, a cidade impôs o toque de recolher a partir das 20h como uma tentativa de conter os tumultos e a destruição pela cidade. No mesmo dia, milhões de pessoas fizeram protestos virtuais contra o racismo publicando imagens com quadrados pretos na redes sociais.
A iniciativa partiu da indústria da música, chamando atenção contra o racismo e a violência policial. Na ocasião, gravadora influentes dos Estados Unidos se comprometeram a não fazer negócios em respeito e apoio ao movimento.
*Com informações da repórter Mariana Janjácomo
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