Trump diz que Charlie Kirk se tornou um ‘mártir pela liberdade’

Ativista conservador, morto enquanto discursava em uma universidade em Utah, foi homenageado em cerimônia para mais de 200 mil pessoas em um estádio de futebol americano no Arizona

  • Por Jovem Pan
  • 22/09/2025 10h10 - Atualizado em 22/09/2025 12h38
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Caroline Brehman/EFE O presidente norte-americano Donald Trump (esq.) abraça Erika Kirk (dir.), viúva de Charlie Kirk, durante homenagem ao ativista no estádio State Farm, no Arizona O presidente americano Donald Trump abraça Erika Kirk, viúva de Charlie Kirk, durante homenagem ao ativista no estádio State Farm, no Arizona

O funeral do ativista conservador Charlie Kirk, realizado no último domingo em um estádio de futebol americano no Arizona, foi mais do que uma cerimônia de despedida; tornou-se um evento de grande relevância política e cultural nos Estados Unidos. Kirk, que faleceu tragicamente aos 31 anos, era uma figura proeminente no movimento conservador e fundador da organização Turning Point USA. O evento atraiu uma multidão de mais de 200 mil pessoas, incluindo figuras importantes do Partido Republicano, incluindo o presidente Donald Trump, que prestou uma homenagem emocionada ao ativista. Elon Musk, ex-secretário de Trump, também marcou presença.

Durante a cerimônia, os discursos destacaram a interseção entre fé cristã e ativismo político, com muitos oradores conclamando os presentes a continuar o legado de Kirk. A esposa do ativista, Erika Kirk, emocionou o público ao falar sobre perdão, em um discurso que rapidamente viralizou nas redes sociais. A cerimônia também serviu como palco para críticas a adversários políticos e reafirmação dos princípios conservadores, com Trump elogiando Kirk como um “guerreiro da liberdade” e sublinhando a importância de seu legado para o futuro do movimento conservador.

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A morte de Charlie Kirk gerou intensas discussões sobre liberdade de expressão e intolerância política. Analistas consideram que o assassinato pode representar um ponto de virada para o movimento conservador nos Estados Unidos e no Ocidente. A cerimônia, que misturou elementos religiosos e políticos, reforçou a influência do ativista e de sua organização no cenário político atual, destacando a necessidade de diálogo e compreensão em tempos de polarização. O local de sepultamento de Kirk ainda não foi decidido.

*Com informações de Eliseu Caetano

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