Cantor Lobão exalta Prince: "foi o Mozart da música pop"

  • Por Jovem Pan
  • 22/04/2016 11h11
Paula Carvalho/Jovem Pan<p>Para o brasileiro, Prince era um grande gênio da música</p>

O mundo da música perdeu mais um de seus ícones na última quinta-feira, com a morte do cantor Prince, aos 57 anos, em seu estúdio na cidade de Minessota, nos Estados Unidos. O músico Lobão exaltou, em sua participação no Jovem Pan Morning Show, a grandiosidade e diversidade que o norte-americano deixou como legado para a música, definindo-o como “Mozart da música pop”.

Prince era um verdadeiro visionário. Com conhecimento em diversos instrumentos, conhecimento na produção das canções e um verdadeiro influenciador da moda, o cantor atingiu um status muito além do que apenas mais um na indústria musical.

“Ele era do Blues, do R&B, do Pop. Era tudo ao mesmo tempo. O Prince se preocupava com a qualidade de arranjo dos seus álbuns, desde a capa do disco, da história que cada disco iria passar”, contou Lobão.

A comoção é de nível mundial. Nos Estados Unidos, os jornais do país estão todos falando sobre a morte do artista. No momento, o assunto é descobrir o motivo do falecimento de Prince. Informações do TMZ apontam para uma overdose de heroína, mas nada está confirmado.

Na Inglaterra, as publicações celebraram o estilo andrógeno do cantor. O “The Guardian” destacou uma das frases celebres de “Homem Púrpura”: “eu gosto de vestir o que eu quiser, porque não quero só vestir roupas”.

Lobão definiu Prince como o “Mozart da música pop”, além de defender o estilo polêmico do músico. “Eu tenho o Prince como Mozart da música pop. Ele foi um dos músicos que mais me assustou pelo seu brilhantismo musical. Ele tocava tudo de forma excelente”, ressaltou. “Essa coisa de ser polêmico é que os artistas possuem uma vida mais excêntrica que a dos ‘pedestres’”, brincou.

O norte-americano não estava na boca dos brasileiros nos últimos anos. Para o cantor brasileiro, isso não era algo que importava para Prince, já que ele gostava de ter uma plateia educada e fiel ao seu estilo. “Ele era um cara seletivo e não estava aí dando mole. Ele educou a plateia dele, como deveriam ver os shows e ouvir suas canções”, completou.

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