Na estreia, “A hora do Agronegócio” trouxe entrevistados e boas notícias do mundo rural

  • Por Jovem Pan
  • 23/07/2015 13h50
Agronegócio 1

A estreia do programa “A Hora do Agronegócio” na Rádio Jovem Pan no último domingo, 19 de julho de 2015, com a apresentação de José Luiz Tejon, produção e reportagem de Mariana Grilli e edição de Reginaldo Lopes foi em grande estilo. Dinâmico, rico em informações, o agronegócios ganhou um novo status na JP e duas personalidades do mundo rural foram os primeiros entrevistados de Tejon: Eduardo Daher é economista pela Faculdade de Economia e Administração, FEA/USP, pós-graduado pela FGV-SP e diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal, Andef e Luiz Cornacchioni, Diretor-executivo da ABAG (Associação Brasileira de Agronegócio).

A “A Hora do agronegócio” criou várias sessões para o ouvinte JP, entre elas, “Porteira Aberta”, uma conversa informativa e descontraída com Eduardo Daher, “Agora o assunto é agronegócio”, um giro de notícias com apresentação de Tejon e Mariana Grilli, “Cooperativismo é Agronegócio”, trazendo os detalhes do relatório da da Organização das Cooperativas em conjunto com a  FIESP, “Em campo! Produtores e seus desafios!”, os detalhes sobre a importação de cebolas para o campo brasileiro, “As últimas da Agricultura!”, a repórter Luciana Verdolin, direto de Brasília, trouxe os nuances do aumento do valor bruto da produção agropecuária que atingiu 5,8%, “Agronegócio é sustentabilidade!”, uma entrevista com Luiz Cornacchioni, diretor-executivo da ABAG e o encerramento, a música de Sérgio Reis e Renato Teixeira, Amizade Sincera para coroar a estreia.

Tejon fez uma análise dos fatos que assolaram o mundo dos negócios rurais, com destaque para o surto de gripe aviária que atinge os Estados Unidos e levou a Associação Brasileira de Proteína Animal a revisar as estimativas de crescimento. A instabilidade do mercado norte-americano pode impulsionar a exportação da carne de frango brasileira em até cinco por cento este ano. Caso este acréscimo seja alcançado, a venda do produto pode somar quatro milhões e trezentas mil toneladas em 2015, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior.

O encontro entre a ministra da Agriculutura, Kátia Abreu, e o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckimin, recebeu uma atenção especial no informativo, pois os políticos trataram de diversos assuntos do setor agrícola. Entre eles, o Plano de Defesa Agropecuária, os avanços para a agricultura paulista e a mudança de local do Ceagesp. Em relação à fiscalização nos portos e aeroportos, Alckmin solicitou ajuda federal para evitar vulnerabilidades, como o ingresso da influenza aviária.

Em todos os campos, o agronenócio é divulgado na Pan. E o Brasil, que não tinha nenhuma expertise na produção de óleo de oliva, começa a mudar a mudar essa história, pois quarenta e três produtores de azeite de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo decidiram criar uma marca coletiva do produto. O objetivo é lutar por espaço em um nicho dominado por artigos importados e com pouca tradição no Brasil. Nas próximas semanas, o grupo deve pedir ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial o registro da marca Azeite dos Contrafortes da Mantiqueira.

E a Pan trouxe uma excelente notícia para o momento difícil que passa a economia do país: o mercado da carne bovina no Brasil tem se mostrado mais positivo desde a reabertura das exportações à China. Com o fim do embargo em junho, três mil e setecentas toneladas do produto já foram enviadas ao país asiático. Como resultado, a receita superou a marca de vinte milhões e dólares. Apenas na primeira semana de julho, dezessete contêineres da JBS embarcaram à China, o que comprova que movimentação de carne bovina se mantém aquecida.

No próximo domingo às 7h00, fique atento para não perder nenhum detalhe do mundo do negócios rurais, na segunda edição do programa “A Hora do Agronegócio”.