"Não nasci para passar vontade", diz Mc Guimê

  • Por Jovem Pan
  • 14/07/2015 13h09
Rodrigo Ramon/ Jovem Pan

Famoso pelo estilo funk ostentação, Mc Guimê contou à equipe do Pânico, programa que participou nesta terça-feira (14), que não nasceu “para passar vontade”. “Eu sou orgulho da minha família e consegui levar muitas coisas para casa, graças a Deus”, falou.

Estourado comercialmente com o hit “Plaquê de 100” há quatro anos, Guimê contou que se sente muito maduro desde então. “Aprendi muita coisa. Acredito que mudei completamente para melhor, me tornei um grande homem”, disse para equipe de Emílio Surita.

Fã de objetos de luxo, carrões e cordões de ouro, Guimê contou que poderia ter enveredado para o mundo do crime. “Dou valor as coisas mais simples da vida, antes de ter dinheiro eu tinha mais valor. Antes eu poderia fazer qualquer coisa, até pelo lado errado, para ter dinheiro. Mas deus me deu a forma abençoada de conseguir dinheiro pela música”, revelou.

“O funk é música, eu comecei a cantar funk para ganhar dinheiro. Queria sustentar a família, ter dinheiro também e comprar um carro da hora”, assumiu o artista. “O funk sempre foi discriminado como cara que andava de chinelo, era pobre e da favela”, contou sobre o “aperfeiçoamento da parada”.

Sobre o futuro da carreira, Guimê pensa em cantar em inglês e ter participações internacionais. Até o momento, ele trabalhou com o rapper Soulja Boy.