Sula Miranda crê que futuro marido não será ruim de cama: "quando ele é do bem não tem como"

  • Por Jovem Pan
  • 21/03/2017 14h26
Johnny Drum/ Jovem Pan

Sula Miranda ganhou a atenção da mídia ao declarar que está sem sexo há 10 anos. Em passagem pelo Pânico na Rádio nesta terça-feira (21), ela afirmou que a decisão de não ter relações sexuais depois que se converteu para a Igreja Universal não é um sacrifício.

“O sexo está ligado ao casamento, não se faz sexo sem casamento”, defendeu Sula. “Sou convertida há 12 anos e depois que aprendi o que ensinam eu decidi fazer diferente e isso [ficar sem sexo] foi uma delas”, contou.

Apesar dos anos sem relações sexuais, Sula afirmou que ainda sente desejos e, apesar de ser difícil resistir a eles, ela não encara isso como um sacrifício. “Eu não enjoei de sexo, ainda sinto tudo igual a todo mundo, mas é questão de controlar. Eu prefiro esperar para não escolher errado como fiz no passado”, explicou.

Mas e se depois do casamento o parceiro for ruim de cama? Para Sula, isso é impossível de acontecer e não é uma preocupação sua. “Quando você investe, você recebe o que você dá. Se você deu coisas boas, e eu cheguei à conclusão que o cara é do bem, não tem como ser ruim na cama”, defendeu.

A cantora ainda rejeitou que sua decisão de se manter sem sexo seja “radical”: “é opção de vida”. “Faço com prazer e obedeço com prazer, não é obrigação. Isso não me incomoda”, garantiu.

A “rainha dos caminhoneiros” ainda contou sobre um novo projeto que deve iniciar em 2017 tendo em vista, justamente, aqueles que a “abraçaram” no começo da carreira. Ela se associou a uma iniciativa que pretende construir pontos de apoio  para caminhoneiros aonde os profissionais possam descansar na estrada.

“O caminhoneiro deveria der uma profissão mais valorizada, mas é muito desvalorizado. O projeto vai construir 32 pontos de apoio ao caminhoneiro (PACAM) pelo Brasil inteiro, para que eles tenham dignidade na estrada”, concluiu.

Relacionamento com Thammy Miranda

Durante a passagem pelo Pânico, Sula ainda comentou sobre o suposto “desentendimento” que teria tido com a sobrinha Thammy, sobre sua mudança de sexo e escolher ser tratada no masculino. Para a cantora, é “hipocrisia” a família dizer que aceita.

“Amo muito a minha sobrinha, mas é uma hipocrisia a família falar que aceita. Não tem como chamar de ‘o’ Thammy”, afirmou. “Eu não falo que aceito ou não, falo que eu não rejeito”, falou.

“É hipocrisia a pessoa falar ‘eu aceito’, é mais fácil falar que não rejeita e ama”, disse ao garantir que o amor pela sobrinha continua o mesmo. “O amor está acima de tudo isso e o que vale é o amor da família”, concluiu.