Vereadores e cabos eleitorais entrarão na Lava Jato

A menos de um mês de completar dois anos, a operação Lava Jato começa a analisar uma nova variante de corrupção e revela que o desfecho das investigações está longe de acabar.
Lentamente começam a ser investigados os cabos eleitorais do PT que trabalhavam com vereadores para dar o golpe de convencer as prefeituras dominadas pelo partido, para que fizessem com que seus institutos de previdência municipais comprassem títulos podres.
As empresas envolvidas não tinham lastro para honrar os títulos vendidos e os institutos municipais, apontados pelos cabos e vereadores, lesaram as pessoas que pagavam pela previdência.
Esse golpe foi inaugurado, pelo que se sabe até agora, por Alberto Youssef, que obrigou várias prefeituras do Brasil a comprar títulos podres de sua corretora e operadora e turismo Marsans Brasil.
Comentários
Conteúdo para assinantes. Assine JP Premium.