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Operação do MP mira grupos que fomentam ataques pela deepweeb

Três pessoas foram presas na segunda fase da operação Iluminate, deflagrada pelos Ministérios Públicos de São Paulo e do Rio de Janeiro na manhã desta terça-feira, 7, por meio dos pelos Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. Apoiada pela Polícia Militar, a operação mira integrantes de uma organização criminosa que fomenta o […]

Denise Bonfim

Três pessoas foram presas na segunda fase da operação Iluminate, deflagrada pelos Ministérios Públicos de São Paulo e do Rio de Janeiro na manhã desta terça-feira, 7, por meio dos pelos Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado.

Apoiada pela Polícia Militar, a operação mira integrantes de uma organização criminosa que fomenta o ódio e ataques, principalmente contra minorias e mulheres, em fóruns da deepweb. Além das prisões, a ação cumpriu ainda cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo (3), Franca (1) e Rio de Janeiro (1). As medidas foram determinadas pela Vara Especializada em Processos contra Organizações Criminosas de São Paulo.

Os dispositivos eletrônicos apreendidos serão submetidos à perícia. O Ministério Público de São Paulo informou que passou a monitorar alguns fóruns da deepweb após o ataque a Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, região metropolitana de São Paulo, em março de 2019. Dez pessoas morreram, incluindo os dois atiradores.

Ainda segundo a promotoria, o ataque foi idealizado e estimulado por um “chan” (fórum) da darkweb chamado Dogolachan.

* Com informações do Estadão Conteúdo.