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Estado do corpo de Juliana Maris comprometeu parte das análises feitas no Brasil

 Apesar das dificuldades, o laudo concluiu que a brasileira morreu por conta de hemorragia interna provocada por múltiplos traumas diante da queda

Victor Trovão

Juliana Marins
juliana-marins Reprodução/Instagram/@resgatejulianamarins

Uma nova autópsia realizada no corpo da turista brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que morreu após cair de um penhasco na Indonésia, apontou que a causa da morte foi uma hemorragia interna provocada por múltiplos traumas. O laudo, divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro, indica que as fraturas resultantes da queda na trilha do vulcão Rinjani foram fatais, sugerindo que a morte pode ter ocorrido poucos minutos após o acidente. No entanto, a perícia foi comprometida pelo estado em que o corpo chegou ao Brasil. De acordo com o IML, a demora no translado e o fato de o corpo já ter sido embalsamado na Indonésia prejudicaram significativamente as análises, impedindo a obtenção de respostas mais conclusivas sobre todas as circunstâncias da morte.

Com o novo laudo, a hipótese de morte por hipotermia, levantada pela família e amigos, que acusavam omissão e demora no socorro, perde força. O laudo inicial, feito na Indonésia, já havia sido contestado pelos parentes da jovem. Embora o relatório brasileiro não seja totalmente conclusivo devido às dificuldades, ele descarta, em princípio, a hipotermia como causa primária.

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Homenagens em Niterói

Em Niterói (RJ), cidade onde Juliana Marins vivia com a família, foram prestadas diversas homenagens. Uma trilha local foi batizada com seu nome e uma placa foi instalada na Praia do Sossego em sua memória.

*Com informações de Rodrigo Viga

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*Reportagem produzida com auxílio de IA