França reconhece Estado da Palestina e condiciona abertura de embaixada à libertação de reféns em Gaza

Na ONU, Macron declarou que decisão é para favorecer a ‘paz entre o povo israelense e o povo palestino’ e que vai continuar a luta ‘existencial contra o antissemitismo’

  • Por Jovem Pan
  • 22/09/2025 19h38 - Atualizado em 22/09/2025 19h38
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EFE/EPA/LEV RADIN emmanuel macron Presidente francês Emmanuel Macron discursa durante a Conferência Internacional de Alto Nível para a Solução Pacífica da Questão da Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados, na sede das Nações Unidas (ONU) em Nova York, Nova York, EUA

A França reconheceu nesta segunda-feira (22) nas Nações Unidas o Estado da Palestina. “A França reconhece hoje o Estado da Palestina” para favorecer a “paz entre o povo israelense e o povo palestino”, disse Emmanuel Macron, presidente francês, assegurando que continuará a luta “existencial contra o antissemitismo”. “Chegou o momento da paz”, afirmou Macron na sede da ONU em Nova York, durante uma conferência sobre a “solução de dois Estados”, afirmando ser, assim, “fiel ao compromisso histórico” da França “no Oriente Médio”.

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“Recai sobre nós uma responsabilidade histórica. Devemos fazer tudo o que for possível para preservar a própria possibilidade de uma solução de dois Estados, Israel e Palestina, vivendo lado a lado em paz e segurança”, acrescentou. Com a decisão, a afirmou que a abertura de uma embaixada da França no Estado da Palestina à libertação de todos os reféns israelenses mantidos em Gaza e a um cessar-fogo no território. “Eu poderia decidir abrir uma embaixada no Estado da Palestina assim que todos os reféns mantidos em Gaza sejam libertados e seja declarado um cessar-fogo”, disse Macron em uma reunião da ONU em Nova York.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Sarah Paula

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