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Macroeconomia

Vendas do comércio varejista em São Paulo crescem 9,9% em janeiro

Apesar do bom desempenho, a Fecomercio-SP alerta para uma possível desaceleração nas vendas do varejo paulista nos próximos meses

ia samy

Varejo
Varejo Rovena Rosa/Agência Brasil

As vendas do comércio varejista em São Paulo registraram um crescimento significativo de 9,9% em janeiro de 2025, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. O faturamento totalizou R$ 116,7 bilhões, estabelecendo um novo recorde para o período. Esses dados foram divulgados pela Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), realizada pela Fecomercio-SP. Os setores que mais se destacaram incluem vestuário, tecidos e calçados, com um aumento de 13,4%, seguido por autopeças e acessórios, que cresceram 13,3%. Farmácias e perfumarias também tiveram um desempenho positivo, com alta de 12,1%, enquanto supermercados registraram um aumento de 9,7%. Outras atividades cresceram 11%, concessionárias de veículos 10,5%, supermercados 9,7%, lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos 8,1% e materiais de construção 5,1%. A única exceção foi o segmento de móveis e decoração, que apresentou uma queda de 3,3%.

Apesar do desempenho robusto, a Fecomercio-SP alerta para uma possível desaceleração nas vendas do varejo paulista nos próximos meses. Essa previsão é influenciada pela taxa de juros elevada, com a Selic em 14,25% ao ano, e pela inflação que ultrapassa o teto da meta estabelecida pelo Banco Central, com o IPCA alcançando 5,06% em fevereiro.

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Na capital paulista, o cenário também foi positivo, com um crescimento de 9,3% nas vendas do varejo, totalizando R$ 35 bilhões. Os setores que mais contribuíram para esse aumento foram os de eletrodomésticos e eletrônicos, que tiveram um crescimento expressivo de 16,6%, além de autopeças e acessórios, que cresceram 10%. Em seguida estão supermercados (9,5%), lojas de móveis e decoração (7,6%), farmácias e perfumarias (7,5%), concessionárias de veículos (7,4%), lojas de vestuário, tecidos e calçados (7,4%) e materiais de construção (4,6%).

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

Publicado por Nátaly Tenório

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