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Número de pessoas em pobreza extrema em São Paulo cai 17%

De acordo com dados da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, 494 mil famílias enfrentam condição; Sé, Itaquera, São Matheus e M'Boi Mirim concentram maior número de famílias pobres

Victor Trovão

Divulgação/Fernando Frazão/Agência Brasil
pobreza Fernando Frazão/Agência Brasil

A cidade de São Paulo, apesar de ser a maior e mais rica do Brasil, enfrenta um desafio significativo em relação à extrema pobreza. Foi registrado uma queda de quase 20% no número de pessoas vivendo nessas condições, mas a situação ainda afeta cerca de 500 mil famílias. Dados da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social revelam que, em janeiro deste ano, aproximadamente 494 mil famílias estavam nessa condição. O bairro da Sé concentra o maior número de casos, com mais de 30 mil famílias vivendo em extrema pobreza.

A realidade de algumas famílias paulistanas é alarmante, com algumas sobrevivendo com uma renda de pouco mais de R$ 100 por mês. Além do bairro da Sé com 30.137 famílias, outros bairros com alta concentração de famílias em extrema pobreza incluem Itaquera, com 27.117 famílias, e São Mateus, com 24.790 famílias. Esses números são um reflexo da desigualdade social que persiste na capital paulista, evidenciando a necessidade de políticas públicas eficazes para combater essa situação.

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A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social informou que, em comparação com janeiro de 2022, houve uma redução de cerca de 17% no número de pessoas em situação de extrema pobreza. Essa diminuição é um indicativo de progresso, mas ainda há um longo caminho a percorrer para erradicar a pobreza extrema na cidade. A redução pode ser atribuída a esforços conjuntos de políticas sociais e programas de assistência que visam melhorar a qualidade de vida das famílias mais vulneráveis.

*Com informações de Danúbia Braga

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

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