Violência policial deve gerar troca de comando da Polícia Militar de São Paulo
Após ser questionado por jornalistas sobre a permanência de Guilherme Derrite à frente da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas foi enfático ao dizer que sim. A coluna teve acesso a informações de bastidores junto às fontes do alto escalão da pasta. Há um consenso entre as pessoas ouvidas por este colunista que Derrite é um homem de confiança de Tarcísio e não se cogita de fato ele ser tirado do cargo. Mas para trazer respostas quanto aos recentes procedimentos errados de policiais militares, haverá troca de comando da PM paulista.
A informação é que o coronel Cássio Araújo de Freitas, atual comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, deverá ser substituído pelo coronel Pedro Luís de Sousa Lopes, que hoje está à frente do setor de inteligência da PM paulista. Além de tentar mudar as narrativas quanto a violência policial, a troca se dará para que os policiais possam atuar de maneira menos letal com a realização de operações com menor incidência de incursões resultantes em confrontos e mortes. Afinal, a expertise de Pedro Luís é justamente essa atualmente.
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Pelo que a coluna apurou, a troca se dará já no mês de janeiro de 2025. Tarcísio de Freitas, também teria se irritado com a entrevista do coronel Cássio Araújo falando sobre o homem arremessado da ponte em Cidade Ademar, na zona sul da capital paulista por um policial militar. O comandante-geral da PM classificou o episódio como “erro emocional”. Na ocasião o coronel afirmou: “Eu considero um erro básico. Um erro emocional de jogar o rapaz ali. Aquilo era quase infantil um negócio daquele…vai ser julgado por aquilo”. Ao todo 13 policiais foram afastados das funções nesse caso e estão sendo investigados. A coluna solicitou nota da comunicação da PM e aguarda resposta.
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