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Macroeconomia

Lula critica visão pessimista do mercado financeiro

Presidente declara que o país vive um bom momento econômico considerando que o PIB deve crescer pelo menos 3% neste ano, ao contrário das previsões de alguns analistas

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Lula em Enai
imagem jvp Divulgação - Palácio do Planalto / Flickr

Durante a abertura do 99º Encontro Nacional da Indústria da Construção, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um discurso contundente contra a visão pessimista que parte do mercado financeiro tem em relação à economia brasileira. O evento, que reuniu importantes representantes do setor da construção civil, do mercado imobiliário, além de especialistas em sustentabilidade e inovação, serviu como um palco para o presidente expressar seu descontentamento com os prognósticos menos otimistas. Lula afirmou com convicção que o Brasil está vivendo um bom momento econômico e que o Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer pelo menos 3% neste ano.

Lula destacou que, ao contrário das previsões de alguns analistas, a economia brasileira tem demonstrado sinais claros de crescimento. Ele mencionou que, enquanto alguns previam um crescimento de apenas 0,8%, o país conseguiu alcançar a marca de 3%. O presidente atribuiu esse desempenho positivo a uma série de fatores que estão ocorrendo nas esferas macroeconômica, média econômica e microeconômica. Na semana anterior ao evento, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda revisou a estimativa de crescimento da economia brasileira de 3,2% para 3,3% em 2023, conforme divulgado no boletim macrofiscal.

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A revisão das projeções de crescimento reflete um ligeiro aumento na expectativa de expansão do PIB no terceiro trimestre deste ano, que subiu de 0,6% para 0,7%. Segundo o Ministério da Fazenda, essa mudança é resultado de pequenas revisões nas estimativas de crescimento para os setores agropecuário e de serviços. Além disso, o mesmo documento revisou a previsão de inflação oficial para 2024, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que avançou de 4,25% para 4,40%. Esse índice está próximo do teto da meta estipulada pelo Banco Central.

*Com informações de André Aneli

 

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*Reportagem produzida com auxílio de IA