Haddad diz que inflação preocupa, aborda a seca no país e alerta sobre efeito dos juros
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou sua preocupação em relação à inflação, que tem sido influenciada por fatores climáticos que afetam os preços de alimentos e energia. Declaração foi nesta quarta-feira (11). Ele enfatizou que a solução para esse problema não reside no aumento das taxas de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reunirá nos dias 17 e 18 deste mês para discutir a taxa Selic, que atualmente está fixada em 10,5% ao ano. Economistas esperam que essa reunião resulte em um ciclo de aperto monetário.
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O ministro destacou que o Brasil está enfrentando a pior seca desde 1950, o que tem gerado sérios impactos no abastecimento e isolado diversas comunidades. Para lidar com essa situação, o Ministério de Minas e Energia decidiu ampliar a autorização para a utilização de usinas termelétricas. Além disso, há a possibilidade de reintroduzir o horário de verão como uma medida para evitar o racionamento de energia.
Em um tom mais otimista, Haddad também mencionou que a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi revisada para mais de 3%. Ele se baseou em dados que mostram um crescimento de 1,4% na atividade econômica no segundo trimestre de 2024, em comparação com o primeiro trimestre do mesmo ano. Essa recuperação econômica é vista como um sinal positivo em meio aos desafios enfrentados pelo país.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Tamyres Sbrile
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