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Thiago Uberreich

Sorteio dos grupos da Copa, nesta semana, gera expectativa da torcida

A seleção brasileira, de Ancelotti, é cabeça de chave e está no pote número um

Thiago Uberreich

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao lado do presidente da FIFA, Gianni Infantino (2º à direita), ouve pronunciamentos durante uma reunião da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo
President Trump Meets With White House Task Force On FIFA World Cup Win McNamee/Getty Images North America/AFP

O sorteio dos grupos da Copa de 2026 será na próxima sexta-feira, mas as projeções e simulações, e até especulações, já começaram a ser feitas. No total, doze seleções aparecem entre as cabeças de chave: Canadá, México e Estados Unidos, países-sede, Brasil, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Portugal, Holanda, Bélgica e Alemanha. A Fifa dividiu as seleções desta maneira: 

  • Pote 1: Canadá, México, Estados Unidos, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Brasil, Portugal, Holanda, Bélgica e Alemanha
  • Pote 2: Croácia, Marrocos, Colômbia, Uruguai, Suíça, Japão, Senegal, Irã, Coreia do Sul, Equador, Áustria e Austrália
  • Pote 3: Noruega, Panamá, Egito, Argélia, Escócia, Paraguai, Tunísia, Costa do Marfim, Uzbequistão, Catar, Arábia Saudita e África do Sul
  • Pote 4: Jordânia, Cabo Verde, Gana, Curaçao, Haiti, Nova Zelândia, os quatro vencedores da repescagem europeia e os dois classificados da repescagem mundial

Com 48 seleções, número inédito na história das Copas, a competição terá doze grupos. Uma das preocupações é manter o equilíbrio não só de cada um, como também a sobrevivência de equipes consideradas mais fortes. A Espanha, líder do ranking da Fifa, não poderá enfrentar a Argentina, segunda colocada, antes da final. Da mesma forma, a França, que aparece em terceiro, não fará um confronto com a Inglaterra, a quarta da lista, a não ser na decisão. Entretanto, essa regra só vale desde que todas terminem a fase de grupos na liderança. 

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Uma das simulações feitas indica, por exemplo, que o Brasil pode cair em uma chave com Noruega, do craque Erling Haaland, Coreia do Sul e Itália. Entretanto, é bom lembrar que a “Squadra Azzurra” ainda vai disputar a repescagem europeia, em março. Neste caso, a seleção de Ancelotti poderia ter no lugar dos italianos, a Irlanda do Norte, o País de Gales ou até mesmo a Bósnia. As regras impedem ainda que a equipe brasileira enfrente um sul-americano na primeira fase. Ou seja, sem chances de um duelo com a Argentina, atual campeã, pelo menos inicialmente.

Menos mal!