CBF joga a camisa azul para escanteio e aposta em cor fora da bandeira nacional
Já faz tempo que a torcida não tem mais a mesma identidade de outros tempos com a seleção brasileira. O mau futebol apresentado nos últimos anos gera um grande desinteresse e ameaça, até mesmo, a participação nacional na Copa de 2026. Para piorar o cenário, a CBF resolveu tomar uma decisão que afronta às tradições do escrete verde amarelo.
A confederação teve a “brilhante” ideia de substituir o segundo uniforme da seleção no ano que vem: sai o azul e entra uma cor que não faz parte da bandeira. Os detalhes ainda não foram divulgados, mas não tem como não criticar essa decisão. A equipe nacional usou a cor branca até a derrota na Copa de 1950 para o Uruguai, em pleno Maracanã. Para tentar afastar o “complexo de vira-latas”, no mundial seguinte, na Suíça, o branco deu lugar ao amarelo. Um concurso promovido pelo jornal carioca Correio da Manhã, em 1953, resultou na escolha do novo uniforme. A proposta vencedora foi a do gaúcho Aldyr Garcia Schlee: camisa amarela, colarinho e punhos na cor verde, além dos calções azuis. A alteração não deu sorte, a equipe foi eliminada pela Hungria nas quartas de final.
Já em 1958, na Suécia, a seleção conquistou o título pela primeira vez. Na finalíssima contra os donos da casa, entretanto, teve de jogar com o uniforme reserva, o azul, pois o adversário também usava a cor amarela.
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É exatamente o uniforme azul, de tantas boas lembranças para o esporte brasileiro, que agora ficará “escanteado”, de acordo com a decisão da CBF. É de se lamentar!
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