Com jogo bruto e genialidade de Messi, a Argentina chega à final de novo e com mais uma virada histórica
Foi mais uma vitória épica e histórica da Argentina na Copa, dessa vez contra uma seleção campeã do mundo. Apesar da rivalidade do brasileiro com os hermanos, para quem gosta de futebol é de se tirar o chapéu. Depois de um primeiro tempo com muitas faltas, até violentas, pouco futebol e desrespeito ao hino inglês, na “Batalha de Atlanta”, o cenário mudou radicalmente na segunda etapa.
A Inglaterra abriu o placar com Gordon, mas o técnico inglês resolveu segurar o resultado, de forma equivocada e deixou o adversário fazer o que quis. Foi o momento em que se sobressaiu a raça argentina e, antes de tudo, a gana de vencer. Simplesmente, vencer. Messi, para variar, fez a diferença ao dar duas assistências fenomenais para os gols de Fernandéz e Lautaro Martinez: 2 a 1. O camisa 10 é realmente incansável.
O placar é o mesmo do jogo da “mão de Deus” de Maradona, na Copa de 1986, no México, há quarenta anos. Agora, o torcedor argentino mais fã do “Pibe de Oro” deve estar com o coração dividido. Lionel Messi pode chegar ao segundo título mundial da carreira, enquanto Diego conquistou um.
Mas calma! A adversária da final de domingo, a Espanha, não vai ser um páreo fácil. Afinal a fúria derrubou a favorita França e é impossível dar um palpite. A Argentina tem mais raça e coração, os adversários mais conjunto.
Abaixo, algumas considerações históricas:
- A Copa de 2026 terá uma decisão inédita: Argentina versus Espanha
- A Argentina pode chegar ao tetracampeonato
- A Argentina se iguala ao Brasil de 2002 com sete vitórias consecutivas
- A Argentina pode se igualar a Brasil e Itália que conquistaram duas Copas seguidas
- Será a décima segunda final entre europeus e sul-americanos