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Thiago Uberreich

Duelo contra o Japão, no primeiro mata-mata do Brasil na Copa, será difícil, nervoso e faltoso

A equipe asiática empatou com a Suécia e ficou em segundo no Grupo F, atrás da Holanda

Thiago Uberreich

Carlo Ancelotti em entrevista ao Jornal Nacional
Carlo Ancelotti em entrevista ao Jornal Nacional Reprodução/Globoplay

As lições da derrota do Brasil para o Japão por 3 a 2, em amistoso disputado em Tóquio no ano passado, devem ajudar o técnico Carlo Ancelotti a montar a seleção para o primeiro mata-mata da Copa, na segunda-feira, às 14h, em Houston. Em 14 de outubro de 2025, jogando em Tóquio, a equipe nacional saiu na frente com gols de Paulo Henrique e Martinelli, mas entrou em colapso no segundo tempo, depois das inúmeras substituições feitas pelo treinador.

O Brasil jogou com Hugo Souza; Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Beraldo e Carlos Augusto (Caio Henrique); Casemiro, Bruno Guimarães (Joelinton) e Lucas Paquetá (Richarlison); Luiz Henrique (Estêvão), Martinelli (Matheus Cunha) e Vini Jr. (Rodrygo). A derrota foi a primeira da seleção principal para o Japão. 

Em Copas do Mundo, as duas equipes se enfrentaram apenas uma vez: foi na terceira rodada da fase de grupos da Copa de 2006, em Dortmund, na Alemanha. 

BRASIL 4 × 1 JAPÃO – Dortmund – 22.06.2006

Brasil: Dida (Rogério Ceni); Cicinho, Lúcio, Juan, Gilberto e Gilberto Silva; Juninho Pernambucano, Kaká (Zé Roberto) e Ronaldinho Gaúcho (Ricardinho); Ronaldo e Robinho.

Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Japão: Kawaguchi; Kaji, Tsuboi, Nakazawa e Alex Santos; Inamoto, Ogasawara (Koji Nakata), Hidetoshi Nakata e Nakamura, Maki (Takahara e depois Oguro) e Tamada.

Técnico: Zico.

Árbitro: Eric Poulat (França).

Gols: Tamada (34) e Ronaldo (46) no primeiro tempo; Juninho (7), Gilberto (14) e Ronaldo (36) na etapa final.

Público: 65.000.

Treinado por Zico, o Japão de vinte anos atrás evoluiu e é uma seleção completamente diferente. O jogo de segunda-feira será sofrido, difícil, nervoso e provavelmente com muitas faltas. Os comandados de Hajime Moriyasu têm disciplina tática, correm muito, trocam de posição durante as partidas e podem surpreender. Na Copa, os japoneses arrancaram um empate com a Holanda, 2 a 2, depois golearam a Tunísia, 4 a 0, e, nesta quinta (25), empataram com a péssima Suécia: 1 a 1. Os holandeses garantiram o primeiro lugar do grupo ao vencer os tunisianos, 3 a 1, e agora pegam o Marrocos no mata-mata. 

Brilhante mesmo foi o Equador que, acredite, virou o jogo para cima da Alemanha, 2 a 1. O resultado heroico garantiu a classificação em terceiro lugar e foi comemorado como um título mundial. A imprensa europeia criticou a atuação da tetracampeã que deixa dúvidas para a próxima fase, apesar de ter ficado em primeiro na chave. A Costa do Marfim passou por Curaçao, 2 a 0, terminou em segundo. Nesta quinta, a Turquia, que já estava eliminada, conseguiu a façanha de derrotar os Estados Unidos por 3 a 2, frustrando os torcedores e as celebridades em Los Angeles, apesar da liderança do grupo. A equipe americana vai enfrentar a Bósnia na fase de 16 avos. Já a retranca australiana garantiu o zero a zero contra o Paraguai, que ficou em terceiro e agora aguarda mais resultados para saber se avança ou não para o mata-mata. 

Nesta sexta-feira, o duelo entre Mbappé e Haaland é imperdível, assim como o confronto de campeões mundiais: Espanha versus Uruguai. 

  • 16h – Noruega x França – Grupo I – Boston 
  • 16h – Senegal x Iraque – Grupo I – Toronto 
  • 21h – Uruguai x Espanha – Grupo H – Guadalajara 
  • 21h – Cabo Verde x Arábia Saudita – Grupo H – Houston 
  • 0h – Egito x Irã – Grupo G – Seattle 
  • 0h – Nova Zelândia x Bélgica – Grupo G – Vancouver