Pacheco e Haddad discutem MP da reoneração nesta segunda; governo busca evitar devolução do texto
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), está de volta ao trabalho após suas férias. Nesta segunda-feira, 15, o petista irá acompanhar, a partir das 11h, uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o presidente do Paraguai, Santiago Peña, que acontecerá no Itamaraty. Interlocutores do Ministério da Fazenda também afirmam que o ministro se encontra às 18h com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para discutir a Medida Provisória da reoneração gradual da folha de pagamento, considerando as especificidades de cada setor. Como o site da Jovem Pan antecipou, a proposta foi anunciada pelo chefe da Fazenda em 28 de dezembro, como parte de um pacote de novas medidas arrendatórias do governo federal para 2024.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira, 28, um pacote de novas medidas arrendatórias do governo federal para 2024. A equipe econômica submeteu ao Congresso uma proposta de reoneração gradual da folha de pagamento, considerando as especificidades de cada setor. Haddad declarou que não necessariamente a cobrança voltará a ser de 20%, como é feito para áreas que não são beneficiadas pela desoneração da folha, ficando abaixo para a maioria dos segmentos. Ele ainda indicou que a medida busca testar uma hipótese do Ministério da Fazenda, que pode ser aplicada em novas fases da reforma tributária focadas em renda e trabalho. Por conta disso, a medida sugere a isenção da cota patronal do primeiro salário mínimo recebido pelo trabalhador. Contudo, o governo federal busca ganhar tempo para que o texto não seja devolvido. A proposta não é bem vista por parlamentares, que apontam o risco de que os setores afetados podem demitir funcionários, caso a reoneração seja confirmada.
[jp-related-posts ids=”1524265,1524382″]