Ja Rule realmente quer Fyre Festival 2: ‘Tenho o maior evento do mundo’

  • Por Jovem Pan
  • 09/10/2019 09h11
Reprodução/YouTubeRapper não sente remorso por evento desastroso em 2017 e garante que nova edição vai acontecer

Ja Rule segue com os planos sobre fazer uma nova edição do Fyre Festival, já que a primeira foi um fiasco completo e terminou com o co-fundador Billy McFarland preso. Apesar de ser o outro nome por trás do festival fraudulento, o rapper não foi indiciado por nenhum crime.

Em entrevista ao programa Watch What Happens Live! nesta semana, Ja Rule disse que não assistiu aos documentários produzidos pela Amazon e Netlix sobre o evento desastroso.

“Não assisti porque eu vivi tudo aquilo, então não precisava ver [de novo]”, disse o músico. Perguntado sobre o que as pessoas entenderam errado em sua participação no Fyre Festival, Ja Rule foi categórico: “Que eu cometi um crime”.

No documentário da Netflix, “Fyre Festival: Fiasco no Caribe”, após o cancelamento oficial do evento, o rapper aparece em reunião com os investidores afirmando que houve propaganda enganosa, mas que o festival não era uma farsa. “Agora que tudo foi revelado, eu acredito que foi um pouco a mais [do que prometemos]”, admitiu na entrevista.

Apesar de tudo, Ja Rule garante um novo Fyre Festival. “Bem, quer dizer, não foi minha culpa. Eu quero fazer do jeito certo com os parceiros certos. E é isso que está acontecendo agora: eu tenho o maior festival do mundo, mesmo que ele nunca tenha acontecido”.

Assista o trecho abaixo (em inglês):

Fyre Festival

O Fyre Festival aconteceria em 2017, nas Bahamas. O rapper Ja Rule e o empresário Billy McFarland foram os principais nomes por trás do evento, que atraiu dezenas de investidores.

A promessa era de que o evento luxuoso contaria com shows de banda como o blink-182 e Major Lazer, além de acomodações exclusivas e voo fretados até a ilha deserta. No entanto, nada disso foi entregue e os espectadores só descobriram isso ao chegar no local.

McFarland foi condenado no ano passado a seis anos de prisão. Ele confessou ter desviado US$ 26 milhões de investidores, além de US$ 100 mil em fraudes na venda dos ingressos.