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Jô fica feliz ao ver Carille no Corinthians, mas não cogita voltar

Em 2017, Jô foi artilheiro do Corinthians sob comando do técnico Fábio Carille. Juntos eles venceram o Campeonato Brasileiro daquele ano. Mas os dois saíram do clube pouco tempo depois. Em 2019, Carille está de volta ao Timão. Mas a dupla não será reunida. O atacante está feliz no Nagoya Grampus, do Japão, e não […]

Allan Brito

Em 2017, Jô foi artilheiro do Corinthians sob comando do técnico Fábio Carille. Juntos eles venceram o Campeonato Brasileiro daquele ano. Mas os dois saíram do clube pouco tempo depois. Em 2019, Carille está de volta ao Timão. Mas a dupla não será reunida. O atacante está feliz no Nagoya Grampus, do Japão, e não cogita voltar ao Brasil.

Em entrevista exclusiva ao repórter da Jovem Pan Pedro Marques, Jô comemorou o retorno de Carille ao Corinthians: “O Fábio é um cara fenomenal. Fico feliz dele voltar ao Corinthians. Ele sabe os caminhos da vitória. A gente vai torcer para que ele possa fazer um grande ano e repetir os anos de sucesso no Corinthians”.

Mas quando foi questionado se planeja voltar ao Brasil, Jô dispensou: “Não penso em voltar ao Brasil agora. Vou tentar cumprir meu contrato aqui, um lugar onde minha família se adaptou e que pessoalmente foi um ano muito bom”.

Com 24 gols, Jô foi artilheiro do Campeonato Japonês, apesar do Nagoya ter lutado contra o rebaixamento até o final da J-League. Ele não esperava sair como maior goleador da competição: “Brigar contra rebaixamento não foi fácil e ninguém gosta, mas faz parte do futebol. A gente conseguiu se salvar no último jogo com um empate. A gente estava perdendo por 2 a 0 e conseguiu empatar. A gente teve uma evolução no pós-Copa e junto com isso veio a artilharia, algo que eu não esperava pela situação da equipe. Os gols foram saindo e fico feliz por entrar para a história do clube”.

O atacante também apontou o que falta para o futebol japonês subir de nível: “O futebol do Japão é muito rápido. Precisa ter raciocínio rápido. Mas os jogadores só fazem o que o treinador pede. Fazem bem feito, mas às vezes você necessita de improvisos, de uma coisa diferente. Isso faz o futebol do Japão ser limitado”, concluiu.

Confira a entrevista completa:

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