Neymar marca de pênalti, PSG vence RB Leipzig e respira na Liga dos Campeões

Com duas vitórias e duas derrotas, a equipe francesa está em segundo lugar no Grupo H, liderado pelo Manchester United

  • Por Jovem Pan
  • 24/11/2020 19h30 - Atualizado em 24/11/2020 20h35
Reprodução/ Twitter PSGNeymar marcou o único gol da partida

O Paris Saint-Germain conseguiu se manter vivo na Liga dos Campeões da Europa de 2020/21. Nesta terça-feira, 24, no Parque dos Príncipes, a equipe contou com um gol de pênalti de Neymar logo nos minutos iniciais para derrotar o RB Leipzig por 1 a 0, sobrevivendo a uma intensa pressão do time alemão durante quase todo o duelo. O triunfo, pela quarta rodada do Grupo H, levou o PSG aos seis pontos, dividindo a segunda posição da chave com o próprio RB Leipzig, que o havia superado no compromisso anterior, como mandante. O Manchester United é o líder, com nove, após derrotar o Instanbul Basaksehir, por 3 a 1, na Inglaterra. Neymar não atuava como titular do PSG desde 28 de outubro, quando se contundiu durante partida contra o Istanbul Basaksehir. Depois disso, ele desfalcou o time parisiense em duelos contra Nantes e Rennes, ambos pelo Campeonato Francês, e RB Leipzig, pelo torneio continental. Além disso, ficou fora dos compromissos da seleção brasileira pelas Eliminatórias, diante de Venezuela e Uruguai. Na última sexta-feira, fez seu retorno ao entrar durante o segundo tempo de derrota do time parisiense para o Monaco.

Nesta terça, acabou sendo importante para a vitória ao converter pênalti duvidoso assinalado pela arbitragem. Foi, aliás, o primeiro gol de dele na Liga dos Campeões desde março, quando marcou em partida das oitavas de final da temporada passada contra o Borussia Dortmund. Porém, teve atuação apagada no restante do duelo, dominado pelo adversário. Sofreu com a marcação e exibiu irritação diversas vezes após disputas de bola. E acusou dores em alguns momentos do duelo com o RB Leipzig, que só não voltará para a Alemanha com um resultado melhor porque falhou nas finalizações.

*Com informações do Estadão Conteúdo