Reinaldo não vê SPFC relaxando após parada por Covid-19: ‘Vamos ter um ano maravilhoso’

  • Por Jovem Pan
  • 17/04/2020 13h21
Luís Moura/Estadão ConteúdoReinaldo comemora gol do São Paulo contra a Ponte Preta

O São Paulo estava em boa fase antes da suspensão do futebol devido à pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. De acordo com Reinaldo, lateral-esquerdo do time tricolor, a equipe tem tudo para manter as boas performances quando os campeonatos retornarem – ainda não existe uma data prevista para isso.

“[A pausa] Atrapalha se a gente relaxar, mas a gente tem um treinador e uma comissão técnica que cobram bastante. Parou em um momento bom nosso, mas sabemos que temos que manter. Não ganhamos nada, não chegamos em nada ainda e é manter a consciência de que tem que melhorar sempre”, analisou o ala, em conversa com “Globoesporte.com”.

Reinaldo acredita que a manutenção do elenco da temporada passada fez com que o São Paulo colhesse bons frutos no começo em 2020. Por isso, ele vê o time brigando por títulos neste ano.

“Já peguei muito grupo de qualidade (no São Paulo), mas quando chegava no meio da temporada sempre saíam cinco, seis. Agora tenho certeza de que, mantendo esse grupo do ano passado, essa base forte, vamos ter um ano muito próspero, um ano maravilhoso”, falou.

Na entrevista, Reinaldo também admitiu que a redução salarial realizada pela diretoria não foi aceita pela maioria do plantel são-paulino.

“A gente ficou esperando o que o São Paulo ia passar. E como saiu aí, não foi de acordo com todo mundo. Mas o São Paulo achou da melhor forma fazer a diminuição. Não estamos pensando nisso, porque tenho certeza de que, quando voltar, vai ter uma reunião com todo o grupo, com a comissão técnica, e o São Paulo vai resolver da melhor forma”, disse.

“O São Paulo nunca deixou de arcar com suas despesas com atleta ou qualquer outro funcionário. Tenho certeza de que quando a gente voltar vai estar tudo explicado e resolvido da melhor forma. Tenho contrato com o São Paulo desde 2013, e o São Paulo nunca deixou de me pagar 1 real”, completou.