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Jannik Sinner é suspenso por 3 meses após ser pego em testes de doping

Tenista italiano, número 1 do mundo, ficará impedido de jogar de 9 de fevereiro a 4 de maio deste ano, e estará apto a participar de Roland Garros

Matheus Lopes

Jannik Sinner
Jannik Sinner Reprodução/Instagram/@janniksin

Tenista número 1 do mundo, Jannik Sinner ficará de fora das quadras por 3 meses. A suspensão foi aceita pelo atleta italiano de 23 anos após um acordo com a Agência Mundial Antidoping (Wada) em razão dos seus dois testes positivos para drogas realizados no ano passado. Ele ficará impedido de jogar de 9 de fevereiro a 4 de maio deste ano. Vencedor do Australian Open no mês passado ao derrotar o alemão Alexander Zverev, Sinner estará apto a participar do próximo Grand Slam desta temporada: o Roland Garros, que começa na segunda metade de maio.

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O anúncio da suspensão foi realizado neste sábado (15). A Wada apelou junto à Corte Arbitral do Esporte (CAS) contra o pedido para inocentar Sinner. O tribunal, no entanto, aceitou a explicação de que o tenista italiano teria sido involuntariamente contaminado por seu fisioterapeuta. A substância proibida utilizada teria sido o clostebol, um anabolizante e antibiótico. O CAS considerou que Sinner “não teve a intenção de trapacear” e que “a droga não favorece nenhum tipo de benefício em sua performance”.

Além disso, declarou que o uso da substância ocorreu “sem o seu consentimento e como resultado de negligência de membros da sua equipe”. Contudo, o atleta ainda assim é considerado responsável por tais faltas de cuidado provenientes de terceiros. Sinner se pronunciou através de seus advogados. “Sempre aceitei que sou responsável por minha equipe e entendo que as regras restritas da Wada são importantes para a proteção do esporte que amo”.

Com base nisso, eu aceito a oferta da Wada para resolver essa questão com a suspensão por 3 meses”, disse em trecho do comunicado oficial. O mundo do tênis tem tido alguns nomes importantes envolvidos em doping nos últimos seis meses. Destaque para a polonesa Iga Swiatek, atual número 2 do mundo, que aceitou um mês de punição em novembro quando ela ainda era a número 1 do ranking da WTA.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Matheus Lopes

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