Leclerc garante estar bem com Vettel após acidente entre as Ferraris no Brasil

  • Por Jovem Pan
  • 28/11/2019 13h49
Ferrari/ DivulgaçãoEquipe da Ferrari no começo de 2019

O GP do Brasil aconteceu há 11 dias, mas a corrida no autódromo de Interlagos, em São Paulo, ainda repercute nos bastidores da Fórmula 1, que terá a temporada de 2019 encerrada neste final de semana com a realização do GP de Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos. Nesta quinta-feira, no primeiro dia de atividades no circuito de Yas Marina, o acidente entre os dois carros da Ferrari foi um dos principais assuntos das entrevistas dos pilotos.

Com o alemão Sebastian Vettel liberado das obrigações com a mídia pelo nascimento de seu terceiro filho, coube ao monegasco Charles Leclerc explicar um pouco mais do que houve nas voltas final em Interlagos. Sem assumir a culpa toda, ele garantiu que está tudo bem com o companheiro e admitiu que ambos precisam ser menos agressivos nos duelos internos.

“Analisamos isso para que ele e eu entendêssemos o que poderíamos ter feito melhor. O toque foi bem pequeno e tivemos um pouco de azar. Mas precisamos tentar ser menos agressivos ao competir um contra o outro. O contato foi pequeno, mas as consequências foram enormes”, disse Leclerc, que revelou que a conversa com Vettel foi direto, mas também por telefone.

“Estive lá para (fazer sessão de) o simulador e tivemos algum tempo para conversar sobre isso. Ligamos também para Seb e tentamos entender as duas situações. Seb não deveria ter ido para a esquerda e eu poderia ter evitado. Mas tudo está claro com Seb agora. Nós conseguimos competir um contra o outro. Precisamos encontrar a harmonia correta e um pouco mais de ritmo”, garantiu o monegasco.

Concentrado em fechar bem a temporada de 2019, Leclerc já definiu o seu objetivo para o final de semana do GP de Abu Dabi: terminar em terceiro lugar no Mundial de Pilotos. “É sempre bom terminar a temporada no pódio. São 11 pontos (atrás do holandês Max Verstappen), mas vou dar tudo e ver se conseguimos chegar ao pódio”, concluiu.

*Com informações do Estadão Conteúdo