JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Os Pingos nos Is | 03h00 - 05h00
Mundo

Primeiro-ministro da Eslováquia tem atitudes autoritárias após tentativa de assassinato

Desde o ocorrido, Robert Fico promoveu uma série de demissões de promotores anticorrupção, diretores de museus e jornalistas, que considera adversários políticos

Redação

O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, recentemente divulgou um vídeo intitulado “Eu perdoo e alerto”, após se recuperar de uma tentativa de assassinato. Desde então, ele tem promovido uma série de demissões de promotores anticorrupção, diretores de museus e jornalistas, que considera adversários políticos. Seus apoiadores enxergam essas ações como uma limpeza necessária, enquanto críticos as veem como um ataque a vozes dissidentes. Fico tem sido comparado ao primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, gerando preocupações sobre uma possível deriva autoritária na Eslováquia.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

O jornalista Lubos Machaj, conhecido por seu trabalho, afirmou que as ações de Fico estão minando os fundamentos da democracia. Em contrapartida, Lubos Blaha, vice-presidente do partido de Fico, justificou as medidas como uma resposta a um ambiente político hostil. Após a tentativa de assassinato, Fico se referiu ao suspeito, Juraj Cintula, como um “mensageiro do mal”, embora não existam provas que liguem Cintula a questões políticas.

O governo também tem silenciado promotores que investigavam casos de corrupção, como foi o caso de Michal Surek, que teve seu gabinete extinto e foi suspenso. Fico criticou o apoio ocidental à Ucrânia e desmantelou escritórios que atuavam no combate à desinformação russa, mas, paradoxalmente, permitiu que a Eslováquia continuasse a fornecer armas ao país em conflito. Diferentemente de Orbán, Fico não possui uma maioria no Parlamento, o que o leva a buscar apoio de partidos ultranacionalistas.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias

[jp-related-posts ids=”1747438,1747277,1747189″]

Assuntos