Covid-19: Brasil soma 684 óbitos em 24 horas e ultrapassa 108 mil

Número total de casos confirmados é de 3.359.570

  • Por Jovem Pan
  • 17/08/2020 18h50 - Atualizado em 18/08/2020 08h28
TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO CONTEÚDOMortes por Covid-19 passam de 108 mil

Nesta segunda-feira, 17, o Ministério da Saúde atualizou os números da Covid-19 no país. Nas últimas 24 horas foram 684 mortes, totalizando 108.536 óbitos; a taxa de letalidade está em 3,2%. No mesmo período foram 19.373 novos casos, totalizando 3.359.570. Os recuperados em todo o Brasil já somam 2.478.494, com outros 772.540 em acompanhamento. Lembrando que os números geralmente são menores na segunda-feira por conta da defasagem de informação do fim de semana.

O Estado de São Paulo continua em 1º lugar no número de mortes no país. Até essa segunda-feira são 26.899 mortes e 702.665 casos confirmados. O Estado do Rio de Janeiro vem logo em seguida no ranking: 14.566 mortes e 194.651 casos. Nesse fim de semana, o Nordeste ultrapassou o número de 1 milhão de casos confirmados do novo coronavírus, se juntando a região Sudeste. Por lá, o Ceará é o líder em óbitos: 8.163 e 198.202 casos, o estado de Pernambuco é o segundo com 7.210 mortes e 113.183 casos confirmados.

Vacina russa e o governo do Paraná

De acordo com o diretor-presidente do Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná), Jorge Callado, as tratativas do governo do estado com a Rússia para possível acordo e obtenção da vacina Sputnik V contra a Covid-19 estão em “fase bem inicial”. Em entrevista à Jovem Pan nesta segunda-feira, 17, o executivo afirmou que a importação do imunizante, assim como o compartilhamento da tecnologia para fabricação da vacina, depende do resultados de testes clínicos e da autorização dos órgãos reguladores.

“O Paraná assinou o memorando de entendimentos com a Rússia e estamos fazendo os ajustes iniciais com os técnicos para falar sobre metodologia e proporcionar a realização de termos de cooperação. Temos que primar pela segurança, transparência e prudência nesse tipo de assunto. Sabemos que estamos enfrentando uma pandemia, mas é importante apresentar algo consistente para a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Então estamos fazendo os ajustes iniciais para buscarmos autorização dos órgãos reguladores”, afirmou.