Ministra da Agricultura diz que safra de janeiro pode reduzir preço do arroz

Tereza Cristina afirmou durante live do presidente Jair Bolsonaro que a pandemia da Covid-19 mexeu com o preço dos grãos em todo o mundo

  • Por Jovem Pan
  • 30/10/2020 01h03
Reprodução/ FacebookMinistra da Agricultora participou de live do presidente Jair Bolsonaro

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse durante a live do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais nesta quinta-feira, 29, que o preço do arroz poderá ser reduzido com a chegada da nova safra, em janeiro. A ministra também explicou as medidas que foram tomadas para conter o preço do produto nas prateleiras dos supermercados. Segundo ela, a pandemia da Covid-19 desequilibrou o mercado de grãos em todo o mundo e provocou aumento no consumo dos brasileiros, interferindo no preço. Para conter o aumento, o Brasil autorizou a importação da Guiana e do Paraguai para equilibrar o mercado.

“No mundo houve um desequilíbrio em vários preços dos produtos das commodities. O arroz foi um desses. Nós passamos a comer mais arroz, o auxílio emergencial fez também o aumento dessa demanda. Nós, em setembro, tiramos o imposto de importação, ele parou de subir e hoje tem ligeira queda. Vamos ter nova sofra chegando em janeiro e os preços vão reduzir”, afirmou Teresa Cristina.

Plano Safra

A ministra também informou que todos os recursos previstos no Plano Safra deste ano foram contratados e estão sendo investidos pelo setor agrícola, por exemplo, na construção de instalações para produção de aves, suínos e confinamento de gado. “O Plano Safra foi um sucesso e hoje nós temos um bom problema, porque o dinheiro de investimento já terminou praticamente”.

Ela também afirmou que os recursos do plano estão sendo utilizados na agricultura familiar. Além disso, vários títulos de regularização de terras já foram entregues para produtores rurais que fazem parte do programa. “Nós estamos trabalhando para fazer assistência técnica, e o dinheiro do Plano Safra foi muito maior para esse público da pequena agricultura”, finalizou.

*Com informações da Agência Brasil