Operação que prendeu Queiroz também mira servidor e ex-funcionários da Alerj

  • Por Jovem Pan
  • 18/06/2020 08h30
Divulgação/Polícia CivilA operação Anjo está relacionada ao inquérito sobre as "rachadinhas" no gabinete do filho do presidente Flávio Bolsonaro

A Operação Anjo, deflagrada nesta quinta-feira (18) pelos Ministérios Públicos do Rio e de São Paulo, que prendeu o Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, mira também um servidor e ex-funcionários da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

A ação mira Matheus Azeredo Coutinho, servidor da Assembleia, os ex-funcionários da casa Luiza Paes Souza e Alessandra Esteve Marins e o advogado Luis Gustavo Botto Maia. Nesta quinta, Fabrício Queiroz foi preso em Atibaia, cidade do interior de São Paulo.

A operação Anjo está relacionada ao inquérito sobre as “rachadinhas” no gabinete do filho do presidente Flávio Bolsonaro à época em que era deputado estadual. Queiroz começou a ser investigado pelo Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro após um relatório do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontar movimentação atípica em sua conta de R$ 1,2 milhão.

Contra outros suspeitos de participação no esquema, a Justiça fluminense decretou medidas cautelares que incluem busca e apreensão, afastamento da função pública, o comparecimento mensal em Juízo e a proibição de contato com testemunhas.

*Com informações do Estadão Conteúdo