Professora da FGV diz que não assume Ministério da Educação

Pelo Twitter, Claudia Costin afirmou que, ‘nas atuais condições’, não pretende ocupar a vaga deixada por Abraham Weintraub

  • Por Jovem Pan
  • 22/06/2020 17h06 - Atualizado em 22/06/2020 17h10
Wikimedia CommonsSede do Ministério da Educação, em Brasília

A professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da universidade de Harvard Claudia Costin afirmou nesta segunda-feira (22) pelo Twitter que não pretende assumir o Ministério da Educação no lugar de Abraham Weintraub, que deixou a pasta na última quinta.

“Queridos amigos, frente a várias perguntas e até matérias de jornal sobre a possibilidade, gostaria de informar que, nas atuais condições, não pretendo ser ministra da Educação”, escreveu Claudia.

Cotada para a vaga de Weintraub, que já está nos Estados Unidos, Claudia foi ministra de Administração e Reforma do Estado, entre 1995 e 2002, durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Em Harvard, ela dá aulas no curso de mestrado em Educação. Também já ocupou o cargo de Secretária de Cultura do Estado de São Paulo durante a primeira gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) como governador, entre 2003 e 2005.

Ela também atuou como diretora sênior para Educação no Banco Mundial de julho de 2014 a junho de 2016 e, atualmente, é diretora-geral do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV.

A saída de Weintraub aconteceu após uma série de polêmicas envolvendo suas decisões à frente da pasta, além de declarações polêmicas sobre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Weintraub, ele deve assumir um cargo de diretor no Banco Mundial, em Washington.