Roberto Jefferson é diagnosticado com Covid-19 e diz que está tomando cloroquina e azitromicina

Parlamentar contou que o exame de sangue e o teste de RT-PCR deram negativos, mas que a tomografia e o exame clínico foram positivos

  • Por Jovem Pan
  • 15/09/2020 19h26 - Atualizado em 15/09/2020 19h26
Reprodução/Redes SociaisJefferson é um dos investigados no inquérito das fake news, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal

O ex-deputado federal e presidente nacional do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, afirmou que foi diagnosticado com Covid-19, e que está se tratando com o protocolo de hidroxicloroquina, azitromicina, corticoide, zinco e anticoagulante. O parlamentar contou que o exame de sangue e o teste de RT-PCR deram negativos, mas que a tomografia e o exame clínico foram positivos. “A tomografia foi definitiva. Mostrou claramente o comprometimento dos pulmões. Não deixe de olhar seus pulmões. Não perdi olfato ou paladar. Tive febre, cansaço, dor no corpo”, relatou Jefferson.

Segundo ele, a doença só foi detectada devido a grande experiência das profissionais de saúde que o atenderam com pacientes infectados pelo novo coronavírus. “Minhas médicas são Cynthia Charone, Belém do Pará e Raíssa Soares, Porto Seguro BA. Seus exames clínicos confirmaram Covid, dada a grande experiência com doentes da doença”, disse. “Estou bem orientado. Logo estarei recuperado e pronto para lutar junto com meus companheiros nas eleições”, afirmou o ex-deputado de 67 anos.

Roberto Jefferson é um dos investigados no inquérito das fake news, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, que apura a disseminação de notícias falsas, ofensas e ameaças contra autoridades, e foi condenado a pagar R$ 10 mil ao ministro. O político chegou a ser alvo de mandados de busca e apreensão e teve perfis nas redes sociais suspensos por determinação do ministro no curso nas investigações. A cada diligência, o ex-deputado reagiu com críticas contundentes: chamou o STF de ‘Tribunal do Reich’, em referência ao regime nazista, e classificou ordens de Moraes como ‘tirania’ e ‘censura’.