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Cerca de 35 mil pessoas têm esclerose múltipla no Brasil; doença ainda é vista com preconceito

Fevereiro é o mês em que é lembrado o Dia Mundial das Doenças Raras, dentre elas, a esclerose múltipla. A doença neurológica crônica afeta cerca de 35 mil pessoas no Brasil. Sem causa determinada e sem cura, as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central. E os principais sintomas são fraqueza […]

Marina Ogawa

Fevereiro é o mês em que é lembrado o Dia Mundial das Doenças Raras, dentre elas, a esclerose múltipla. A doença neurológica crônica afeta cerca de 35 mil pessoas no Brasil.

Sem causa determinada e sem cura, as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central. E os principais sintomas são fraqueza muscular, fadiga e dificuldade visual. Apesar de crônica, pessoas que têm esclerose múltipla podem levar uma vida normal.

No entanto, o diagnóstico precoce da doença é fundamental, como explicou o médico neurologista do Hospital Albert Einstein, Rodrigo Thomáz.

Um evento em São Paulo debateu as dificuldades enfrentadas por pacientes com esclerose múltipla no mercado de trabalho.

Há 10 anos, a administradora Adriana de Arruda conta que foi diagnosticada com a doença. Na época, com 39 anos, ela estava desempregada e desde então, não conseguiu se realocar no mercado.

Adriana reforçou a necessidade de políticas públicas que beneficiem as pessoas que sofrem com doenças crônicas, como acessibilidade, acesso ao mercado de trabalho e tratamentos que auxiliem na qualidade de vida dos portadores da doença.

*Informações da repórter Natacha Mazzaro