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Equador restringe entrada de venezuelanos vinculados ao governo de Nicolás Maduro

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o objetivo é 'salvaguardar a segurança nacional', uma vez que o país 'não permitirá o uso abusivo nem indevido dos dispositivos de asilo e refúgio'

Victor Trovão

O presidente e candidato presidencial do Equador, Daniel Noboa
O presidente e candidato presidencial do Equador, Daniel Noboa Raul ARBOLEDA / AFP

O Equador restringiu a entrada de venezuelanos ligados ao governo de Nicolás Maduro, capturado em uma incursão militar a mando do presidente americano Donald Trump, informou a Chancelaria.

O presidente equatoriano, Daniel Noboa, é um dos aliados de Trump na região e celebrou a prisão de Maduro e sua transferência para os Estados Unidos, onde enfrenta acusações de narcotráfico e terrorismo.

Será limitada a entrada de “funcionários públicos, membros das forças armadas e de segurança, empresários e outras pessoas associadas ou vinculadas” à presidência de Maduro, indicou um comunicado divulgado no sábado.

O objetivo, acrescentou a pasta, é “salvaguardar a segurança nacional”. O Equador advertiu que “não permitirá o uso abusivo nem indevido dos dispositivos de asilo e refúgio”.

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Argentina e Peru adotaram uma medida semelhante após a captura de Maduro, que aguarda em uma prisão em Nova York para ser apresentado à Justiça.

*Com informações da AFP 

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