Estrangeiros vacinados poderão entrar nos EUA sem restrições a partir de 8 de novembro

Anúncio foi feito pela Cada Branca e todas as vacinas aprovadas pela OMS serão aceitas na imigração do país norte-americano, inclusive, a CoronaVac

  • Por Jovem Pan
  • 15/10/2021 12h21
REUTERS/Carlos Barria/File Photo fila de pessoas esperando para embarcar em aeroporto Mudanças passam a valer em 8 de novembro

A Casa Branca anunciou nesta sexta-feira, 15, que a abertura da entrada de estrangeiros vacinados nos Estados Unidos sem imposição de quarentena ou qualquer outro tipo de restrição ocorrerá a partir do dia 8 de novembro. A única exigência do país é que os visitantes tenham completado o esquema vacinal de qualquer imunizante aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) há pelo menos 15 dias e feito um teste de Covid-19 até 3 dias antes do momento do embarque. O documento, que precisará mostrar que o turista não está contaminado, deverá ser apresentado para embarque e desembarque, assim como a comprovação da vacinação, que no Brasil é emitida pela plataforma DataSUS. Com a decisão, até mesmo os vacinados com a CoronaVac, que não é aprovada no país norte-americano, mas é aplicada em larga escala no Brasil, poderão entrar no país sem necessidade de quarentena.

A data de reabertura de viagens nos aeroportos foi anunciada poucos dias após o país norte-americano anunciar o fim das restrições para vacinados nas fronteiras terrestres com o Canadá e o México. No caso dessas fronteiras, o teste PCR não será necessário, mas uma verificação de “duas etapas” será feita: primeiro, os viajantes serão questionados verbalmente pelos guardas da fronteira sobre se já se vacinaram ou não; depois, precisarão mostrar o comprovante de vacinação junto a outros documentos protocolares exigidos na entrada do país. As duras restrições nas fronteiras terrestres e nos aeroportos do país duram quase 20 meses e começam a serem levantadas em um momento considerado pela Casa Branca como “pautado pela saúde pública”. O país, que tem mais de 700 mil mortos pela Covid-19, trava uma “batalha” para aumentar o nível de imunização da população, que tem ficado abaixo dos 70%.