General iraniano foi morto para evitar ataque aos EUA, diz Pentágono
O Pentágono afirmou, nesta sexta-feira (3), que o bombardedio que matou o chefe da Guarda Revolucionária iraniana, Qassem Soleimani, nesta quinta-feira (2), tinha como objetivo impedir “futuros planos iranianos de ataque” contra os Estados Unidos. Em nota, o órgão americano diz que o general “aprovou os ataques” na embaixada dos EUA em Bagdá, no início desta semana.
O comunicado também reconhece que a ordem do ataque foi dada pelo presidente norte-americano, Donald Trump. “Sob a ordem do presidente (Donald Trump), as Forças Armadas dos EUA agiram defensivamente para proteger os cidadãos norte-americanos no exterior ao matar Qasem Soleimani. Este ataque teve como objetivo impedir futuros planos iranianos de ataque”, diz.
De acordo com o Pentágono, além de apoiar a invasão da embaixada, Soleimani “orquestrou” ataques em bases de coalizão no Iraque. Até o momento, Trump não se pronunciou. Ele apenas publicou, no Twitter, uma imagem da bandeira dos EUA.
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) January 3, 2020
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, no entanto, alertou que uma “retaliação severa está aguardando” Washington após o ataque aéreo que resultou na morte do general, chamando Soleimani de “face internacional da resistência”. Khamenei declarou três dias de luto.
Assuntos
continue lendo
Mundo
Mãe que matou os 3 filhos busca absolvição após julgamento anulado nos EUA
Clancy, de 36 anos, não negou durante o julgamento ter estrangulado Cora, de cinco anos; Dawson, de três; e Callan, de oito meses
- Netanyahu alerta para ataques contra Israel antes das eleições parlamentares AFP · há 7 horas
- Mamdani anuncia campanha milionária contra o antissemitismo após tensão com Netanyahu Europa Press · há 11 horas
- Senadores dos EUA cobram reconhecimento de Trump com resultado da eleição no Brasil Nícolas Robert · há 16 horas
- Ex-campeão mundial de sinuca é condenado à prisão por abuso sexual de menores AFP · há 19 horas