Netanyahu pede ‘perdão’ por não ter conseguido salvar reféns israelenses encontrados mortos em Gaza
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pediu nesta segunda-feira (2) “perdão” aos parentes dos seis reféns israelenses encontrados mortos em Gaza e enterrados em Israel no domingo e nesta segunda-feira (2). “Peço perdão por não tê-los trazido vivos. Estivemos perto, mas não conseguimos”, declarou Netanyahu em uma rara coletiva de imprensa. O movimento islamista palestino Hamas “pagará um preço muito alto”, acrescentou.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Netanyahu também declarou que terroristas do Hamas “executaram” os seis reféns cujos corpos foram encontrados na véspera em um túnel na Faixa de Gaza e levados para Israel com um “tiro na nuca”. “Estes assassinos executaram seis de nossos reféns disparando-lhes um tiro na nuca”, afirmou o primeiro-ministro israelense durante uma coletiva de imprensa. Ele refutou, ainda, a ideia de que Israel deveria responder com “concessões” às negociações por um cessar-fogo em Gaza.
*Com informações da AFP
Publicado por Carolina Ferreira
[jp-related-posts ids=”1707436,1706701″]
Assuntos
continue lendo
Mundo
Israel está agindo de forma ‘irracional’ em Gaza devido às eleições, diz genro de Trump
Enviado especial dos Estados Unidos, Jared Kushner relacionou pleito de outubro com ações do governo Netanyahu
- Autoridades dos EUA recuperam caixa-preta de avião da Amazon que saiu da pista em Miami AFP · há 21 minutos
- Cuba denuncia prejuízo de mais de US$ 8 bilhões por embargo dos EUA AFP · há 53 minutos
- Rússia e Coreia do Norte abrem a 1ª ligação rodoviária através da fronteira compartilhada Estadão Conteúdo · há 5 horas
- Kremlin não descarta retomada das negociações entre Moscou, Kiev e Washington AFP · há 11 horas