‘Se kit Covid fosse útil, não teríamos os números que temos hoje’, diz Luana Araújo; veja como foi

À comissão, a médica infectologista também afirmou que discussão sobre uso de cloroquina é ‘esdrúxula e contraproducente’

  • Por Jovem Pan
  • 02/06/2021 09h41 - Atualizado em 02/06/2021 17h10
Marcello Casal Jr/Agência Brasil Senadores querem esclarecer se decisão de não nomeá-la partiu do presidente Jair Bolsonaro

A CPI da Covid-19 ouve, nesta quarta-feira, 2, a médica Luana Araújo. A infectologista foi escolhida pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para o cargo de secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, atuou por 10 dias, mas a nomeação não foi concretizada. Os parlamentares querem esclarecer se a decisão foi política, uma vez que Araújo era uma crítica do uso de cloroquina e outros medicamentos comprovadamente ineficazes para o tratamento da doença. A convocação atende um pedido feito pelo senador Humberto Costa (PT-PE), titular da comissão. No requerimento, o petista afirma que a infectologista foi demitida “a mando do Presidente da República”.

O depoimento de Luana Araújo foi antecipado por decisão do presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM). Segundo apurou a Jovem Pan, o movimento faz parte de uma articulação do grupo majoritário da comissão, o G7, para ouvir, na terça-feira, 8, o ministro da Saúde. Para os parlamentares, a médica pode fornecer informações que serão utilizadas para confrontar Queiroga em sua segunda oitiva. O segundo depoimento de Queiroga será marcado por questionamentos sobre a postura do presidente Jair Bolsonaro, que, nas últimas semanas, promoveu aglomerações em passeatas com motociclistas em Brasília e no Rio de Janeiro. Além disso, os senadores querem esclarecimentos sobre os protocolos sanitários e os riscos que a realização da Copa América podem trazer ao combate da pandemia no Brasil. O torneio será disputado por 10 seleções em quatro sedes (Distrito Federal, Mato Grosso, Goiás e Rio de Janeiro) entre os dias 13 de junho e 10 de julho. Acompanhe a cobertura ao vivo da Jovem Pan:

17:01 – Omar Aziz encerra a sessão 

A próxima reunião será na terça-feira, 8. Os senadores vão ouvir o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

16:52 – Simone Tebet questiona se Ministério da Saúde promoveu tratamento precoce

Representante da bancada feminina, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) questionou se “houve” promoção do tratamento precoce por parte do Ministério da Saúde. “Há”, respondeu sucintamente.

16:16 – Sessão é retomada 

Depoimento da médica Luana Araújo foi retomado com a fala do senador Jean Paul Prates (PT-RN).

16:11 – Sessão é suspensa por cinco minutos 

O vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), suspendeu a sessão por cinco minutos.

15:47 – Marcos Rogério questiona reconvocação de Queiroga e Aziz reage: ‘Estava anunciando a Copa América’ 

O senador Marcos Rogério (DEM-RO) questionou a reconvocação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga – ele será ouvido na terça-feira, 8. Para o parlamentar, que é governista, a CPI deveria deixar o titular da pasta trabalhar, porque ele está “na linha de frente” do combate à pandemia. “Sabe o que ele estava fazendo ontem? Estava ao lado do presidente anunciando Copa América. Isso não é linha de frente”, rebateu o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM).

15:42 – Senador governista cita dado equivocado sobre o Amapá e irrita Randolfe: ‘O senhor é mentiroso’ 

O senador Luis Carlos Heinze disse que o Amapá possui o menor índice de letalidade de Covid-19 no país. A informação é falsa. Segundo dados oficiais do Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade do Amapá nesta terça-feira, 1º de junho, era de 200,5 mortes por 100 mil habitantes. Essa taxa é maior que a de 11 Estados no País — Maranhão, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Pará, Rio Grande do Norte, Piauí, Tocantins, Acre, Paraíba e Minas Gerais —, ainda que esteja abaixo da média do Brasil, de 220,2. A informação foi rebatida pelo vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP): “O senhor está mentindo, os dados são fraudados”.

15:30 – Médico citado por senador governista ganhou prêmio sobre pseudociência 

O senador Luis Carlos Heinze citou o médico francês Didier Raoult para defender a adoção do tratamento precoce. Em sua resposta, a médica Luana Araújo informou o parlamentar que Raoult ganhou o prêmio Rusty Razor de 2020, dado ao pior promotor de pseudociência do ano.

15:24 – ‘Evidências não justificam adoção do tratamento precoce’, diz Luana Araújo 

O senador governista Luis Carlos Heinze (PP-RS) utilizou seu tempo de fala para defender o tratamento precoce, como tem feito desde o início dos trabalhos da CPI. Em resposta ao parlamentar, a médica Luana Araújo disse que “o volume de evidências que a gente tem, hoje, no dia 2 de junho, não justifica a adoção de qualquer um desses fármacos”.

15:04 – Senador chama depoente de ‘dona da verdade’ e causa bate-boca na comissão 

O senador Marcos do Val (Podemos-ES), suplente da CPI, chamou a médica Luana Araújo de “dona da verdade”, o que causou um bate-boca na sessão. O parlamentar utilizou seu tempo para defender o tratamento precoce, que não existe. “Eu não sou dona da verdade e não estou aqui sozinha. Represento uma classe enorme desse país de cientistas muito sérios que, a despeito das condições difíceis do exercício da ciência no Brasil, conseguem levar com muito custo, orgulho e esforço, o seu trabalho adiante”, disse. “Tenho colocado o embasamento técnico condizente com as maiores instituições especialistas do mundo. Quando o senhor questiona, não está questionando a mim. Eu respeito todos os meus colegas e louvo o esforço que todos têm feito, mas existe uma diferença entre respeito e responsabilização, que é uma coisa que todos nós respondemos. O que tenho dito aqui é consistente e claro nesse sentido”, acrescentou.

14:52 – Luana Araújo: ‘Se o kit Covid fosse útil, não teríamos os números que temos hoje’ 

A infectologista Luana Araújo disse que, se o “Kit Covid” fosse útil, o Brasil não teria mais de 463 mil mortes causadas pela doença. “Embora a gente saiba que o SUS [Sistema Únicos de Saúde] não patrocina a distribuição dos kits Covid, essa distribuição ocorreu fartamente em território nacional. Se eles fossem de alguma forma úteis, não teríamos os números que temos hoje. É matemática, nesse sentido. Existem Estados em que, se cruzarmos a letalidade da doença com a distribuição dos kits, vamos ver que ele não teve qualquer impacto nesse sentido. Essas são análises epidemiológicas que precisam ser feitas por todos os gestores. Os gestores não fazem o que quer que seja por má fé, mas existe a necessidade de um preparo maior. Não faltam apenas infectologistas que faltam no país. Faltam profissionais de saúde pública integrados a gestões de todos os níveis”, disse.

14:04- Senador governista chega aos Trending Topics do Twitter por defesa de tratamento inexistente 

O senador Eduardo Girão se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter por sua defesa do tratamento precoce – o uso de medicamentos como a cloroquina é comprovadamente ineficaz. Desde o início de sua fala, foram mais de 6600 tuítes com menções ao nome do parlamentar, integrante da tropa de choque governista na CPI da Covid-19. Girão afirmou estar convencido da “validade” da prática e disse que a comissão precisa “ouvir os dois lados”. Durante a sua exposição, ele exibiu um gráfico errado e foi corrigido pela médica Luana Araújo.

13:50 – Sessão é retomada 

Fala, agora, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE), aliado do Palácio do Planalto.

13:24 – Sessão é suspensa por 20 minutos

Depoimento será retomado com a fala do senador Eduardo Girão (Podemos-CE).

13:10 – ‘Queiroga não me disse porque eu estava sendo dispensada’, afirma Luana Araújo 

Questionada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, a médica Luana Araújo descreveu o episódio de sua dispensa. A infectologista disse que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que não duvidava de sua capacidade técnica, mas que a nomeação não havia sido aprovada. A depoente também avaliou a situação como “pesarosa”.

12:54 – ‘Não temos ferramenta farmacológica que pode ser usada de forma inicial’, diz Luana Araújo 

“Nós não temos nenhuma ferramenta farmacológica que pode ser usada de forma inicial, como o senhor coloca, que impeça a progressão da doença”, disse Luana Araújo ao senador Marcos Rogério (DEM-RO). O parlamentar governista questionou a infectologista sobre a possibilidade de ser adotado um tratamento precoce contra a Covid-19.

12:35 – Doria promete vacinar toda a população adulta de SP até o fim de outubro 

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou, há pouco, que toda a população adulta do Estado será vacinada até o dia 31 de outubro. Os detalhes da campanha de imunização devem ser apresentados no Palácio dos Bandeirantes, na coletiva marcada para às 12h45. “Preparem o braço. Vamos vacinar toda população adulta do estado de São Paulo até 31 de outubro deste ano”, escreveu Doria em seu perfil no Twitter.

12:30 – Otto Alencar se manifesta sobre questionamentos feitos a Nise Yamaguchi

Decano da CPI, o senador Otto Alencar (PSD-BA) usou seu tempo de fala para se manifestar sobre os questionamentos feitos à doutora Nise Yamaguchi na sessão da terça-feira, 1º. No início da sessão, senadores governistas disseram que ele faltou com o respeito com a oncologista. “Ciência não merece a inverdade”, disse. “Minha veemência foi por não suportar mais o que disse Pazuello nesse plenário. Ele faltou com a verdade, a doutora Mayra Pinheiro faltou com a verdade”, acrescentou. Alencar, que é médico, disse que vai “defender o país dessa insanidade de querer continuar com o tratamento precoce”.

12:25 – Depoimento de Luana Araújo é retomado 

Sessão é retomada com a fala do senador Otto Alencar (PSD-BA).

12:18 – Sessão é suspensa por 10 minutos 

O presidente da CPI, Omar Aziz, suspendeu a sessão por 10 minutos.

12:00 – Depoimento de governador do Amazonas é antecipado 

O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), antecipou o depoimento do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC). A oitiva estava inicialmente marcada para o dia 29 de junho, mas ocorrerá na quinta-feira, 10. Nesta quarta-feira, 2, o gestor estadual foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) sobre desvio de recursos no combate à pandemia. Iniciada hoje, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) adiou a análise de denúncia da PGR contra ele.

11:46 – Luana Araújo: ‘Imunidade de rebanho é impossível de ser atingida’

Luana Araújo afirmou que a imunidade de rebanho, tese defendida pelo governo Bolsonaro, é “impossível de ser atingida”. A infectologista explicou que isto ocorre porque o coronavírus é um vírus do tipo RNA, cujo material genético tem uma tendência de sofrer mutações com “muita facilidade”. “Enquanto estamos conversando, ele está mutando. Uma imunidade de rebanho natural, dentro da Covid-19, é impossível de ser atingida. Não é estratégia inteligente. Por que fazemos isso com a vacinação? Porque ela induz uma resposta ao mesmo tempo e muito mais sólida do que a infecção natural e em um período de tempo mais curto. A gente consegue mobilizar aquelas pessoas e seus sistemas imunológicas ao mesmo tempo, de forma mais clara. A gente atinge a imunidade com a vacinação sem sofrimento. Não posso imputar sofrimento e morte a uma população simplesmente pensando em atingir a imunidade de rebanho. Para mim, é muito estranho que a gente discuta esse tipo de coisa. Não tem lógica”, disse.

11:29 – ‘Estratégias claras de comunicação, de mensagem única, são fundamentais’, diz Luana Araújo

A médica Luana Araújo foi questionada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) sobre a importância de uma campanha de conscientização da população brasileira. Ao tucano, a infectologista disse: “[Tem de haver uma] Comunicação clara, de mensagem única. Do contrário, as pessoas ficam perdidas. Se cada um diz uma coisa, em quem acreditar, se não tenho conhecimento técnico para avaliar esse tipo de informação? As pessoas absorvem aquilo que atendem os seus anseios. Se eu estou desesperada, se acho que vou morrer, vou tomar qualquer coisa que digam que vai funcionar para mim. Estratégias claras de comunicação, de mensagem única, baseada em ciência, são fundamentais”.

11:07 – Aziz rebate Bolsonaro: ‘Faça o seu, se preocupe com o seu. Da CPI nós cuidamos’

O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM) rebateu os ataques feitos há pouco pelo presidente Jair Bolsonaro, a ele e ao relator, Renan Calheiros (MDB-AL). “Não use as mortes porque nós vamos investigar tudo aqui que for necessário na CPI. Faça o seu, se preocupe com o seu. Da CPI nós cuidamos”, disse Aziz. “Vindo da parte do presidente contra mim, qualquer declaração recebo como elogio”, acrescentou Calheiros.

11:03 – ‘Autonomia médica não é licença para experimentar’ 

Crítica do chamado “tratamento precoce”, Luana Araújo afirmou que a autonomia médica, uma tese utilizada pelos senadores governistas para justificar a prescrição de medicamentos do “kit Covid”, “não é licença para experimentar”. “A autonomia médica faz parte da nossa prática, mas não é licença para experimentar. A autonomia precisa ser defendida com base em alguns pilares: na plausibilidade teórica, no volume de conhecimento científico acumulado até aquele momento, no pilar da ética e da responsabilização”, disse.

10:56 – ‘A senhora foi vetada por não compactuar politicamente com ideias oriundas do gabinete paralelo’, diz Omar Aziz 

O presidente da CPI, Omar Aziz, disse que a nomeação de Luana Araújo foi vetada porque ela não compactua “politicamente com ideias oriundas do gabinete paralelo”. “Para nós é claro que não estão interessados em quem tem capacidade para gerenciar essa crise. Estão interessados em quem compactua com quem acreditou em tratamento precoce e imunidade de rebanho. O ministro Queiroga disse que teria autonomia para nomear quem ele quisesse. Quando falamos ‘mentiroso’, é porque realmente são fatos. Ele mentiu. Ele disse que tinha autonomia para montar o quadro que quisesse. A senhora é vetada na Casa Civil por duas razões: ou por não compactuar politicamente com ideias oriundas do gabinete paralelo, ou por estar envolvida com esquema de corrupção. O que não é seu caso. São essas duas hipóteses”, disse Aziz. “No seu caso, não é envolvimento com falcatrua, foi vetada por questão política, porque não compactua com essa loucura. Não basta competência, tem que rezar o Pai Nosso do jeito que o chefe maior manda”, acrescentou o presidente da CPI.

10:44 – Luana Araújo: ‘Discussão sobre cloroquina é delirante, esdrúxula e contraproducente’

Questionada pelo relator, Renan Calheiros (MDB-AL), se havia discutido o tratamento precoce com o ministro Marcelo Queiroga, Luana Araújo afirmou que isto não ocorreu, porque o uso de medicamentos como este é “delirante, esdrúxula e contraproducente”.

10:37  – ‘Não me foi dada uma justificativa para a minha saída’, diz Luana Araújo 

Luana Araújo afirmou que não recebeu uma justificativa para a sua saída. “O que me foi dito é que existiam um período entre a criação da secretaria e o apostilamento dos cargos. Isso deveria ser feito antes da nomeação no Diário Oficial. Me disseram que sairia na segunda, mas não saiu. Sairia na terça, mas não saiu. Na quarta, eu já tinha entendido o que tinha acontecido. Na quarta a noite, fui chamada e comunicada de que, com pesar, a nomeação não sairia”, disse. Questionada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) se sua posição científica influenciou a decisão do governo Bolsonaro, a infectologista disse: “Não sei, senador”. Nas redes sociais, a médica disse que o uso de cloroquina e de medicamentos ineficazes para o tratamento da Covid-19 era um “neocuranderismo”.

10:32 – ‘Maiores talentos não estavam à disposição para trabalhar nesta secretaria’, diz Luana Araújo

Luana Araújo afirmou que a “politização esdrúxula” afasta especialistas importantes de trabalharem no Ministério da Saúde. “Os maiores talentos que temos para trabalhar não estavam à disposição para trabalhar nesta secretária”, disse. “Não estavam exatamente à disposição ou não queriam trabalhar?”, questionou o presidente, Omar Aziz. “Não queriam trabalhar nesta secretaria”, complementou a infectologista.

10:26 – ‘Encontrei um ministro proativo, orientado pelos valores corretos e científicos’, diz Luana Araújo 

Questionada pelo relator, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre o diagnóstico feito nos 10 dias em que esteve à frente da secretaria do Ministério da Saúde, Luana Araújo afirmou que encontrou um ministro “proativo, competente e capaz, orientado pelos valores corretos e científicos”.

10:23 – ‘É perigosa uma mistura de falta de informação, desespero e arrogância. Pode ser letal’, diz Luana Araújo

A médica Luana Araújo finalizou sua exposição inicial dizendo que “é perigosa uma mistura de falta de informação, desespero e arrogância. Pode ser letal”. A infectologista foi escolhida por Queiroga para um cargo no Ministério da Saúde, mas a nomeação foi barrada pelo Planalto.

10:15 – ‘Pleiteei autonomia, não insubordinação e anarquia’, diz Luana Araújo 

Barrada pelo Planalto para cargo no Ministério da Saúde, a médica Luana Araújo disse que pleiteou “autonomia, não insubordinação”. Ela afirmou, em sua exposição inicial, que precisaria de “autonomia para agir”. “Ciência não tem lado. É bem ou mal feita”, ponderou. Ela foi escolhida pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para o cargo de secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, mas a nomeação não foi oficializada.

10:11 – Luana Araújo inicia sua exposição

A médica Luana Araújo faz sua exposição inicial. Ele terá até 15 minutos de fala.

09:54 – Governista pede que governador do Amazonas seja ouvido na terça-feira, 8 

O senador Marcos Rogério (DEM-RO), aliado do Palácio do Planalto, pediu ao presidente Omar Aziz (PSD-AM) que o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), seja ouvido pela comissão na terça-feira, 8. Lima foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira, 2. A PF investiga fatos relacionados a possíveis práticas de crimes de fraude a licitação, desvio de recursos públicos e pertencimento a organização criminosa.

09:47 – Suplente diz que Nise Yamaguchi foi ‘linchada virtualmente’ por depoimento à CPI

O senador Marcos do Val (Podemos-ES), suplente da comissão, disse que a médica Nise Yamaguchi, que depôs na segunda-feira, 1º, foi “linchada virtualmente” em razão de seu depoimento à CPI da Covid-19. Para o parlamentar, a oncologista e imunogolista foi “humilhada” e “constrangida” pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), que é médico de formação.

09:41 – Omar Aziz abre a sessão 

Presidente da CPI da Covid-19, o senador Omar Aziz (PSD-AM) abriu há pouco a sessão desta quarta-feira. Os senadores vão ouvir a médica Luana Araújo.